A Lei 15.397/2026 institui o Crédito do Trabalhador, ampliando o acesso ao crédito consignado para trabalhadores do setor privado com uso do FGTS como garantia. O texto explica como a medida funciona, seus impactos econômicos e os cuidados necessários na contratação.
O que a Lei do Bem revela sobre a maturidade de inovação das empresas brasileiras
A Lei do Bem funciona como um indicador da maturidade de inovação no Brasil ao exigir estrutura, governança e capacidade de mensuração. Apesar de muitas empresas inovarem, poucas conseguem acessar o benefício, o que revela lacunas na gestão e aponta oportunidades de evolução estratégica e financeira.
A IA generativa inaugura um novo capítulo na história da inovação
A inteligência artificial generativa marca uma mudança estrutural na forma como a inovação acontece, deixando de ser apenas uma ferramenta de automação para se tornar um agente ativo na criação de soluções. O avanço dessa tecnologia já impacta diretamente atividades profissionais e processos empresariais, ampliando a produtividade e redefinindo modelos de negócio. Estudos indicam que a IA já influencia uma parcela relevante do trabalho humano e tende a transformar milhões de funções, acelerando o ritmo da inovação e a captura de valor pelas empresas.
MCTI firma parceria com Serpro e empresa chinesa para desenvolvimento de inteligência artificial no Brasil
O artigo explica a parceria entre MCTI, Serpro e uma empresa chinesa para impulsionar a inteligência artificial no Brasil, destacando objetivos, impactos no setor público e privado, riscos estratégicos e o posicionamento do país no cenário global de tecnologia.
Portal de Serviços da Receita Federal substituirá o e-CAC: o que muda e quais os impactos para empresas
A Receita Federal está substituindo o e-CAC por um novo Portal de Serviços mais integrado e alinhado à digitalização do governo. A mudança centraliza funcionalidades, melhora a experiência do usuário e amplia a integração de dados fiscais. Para empresas, o impacto envolve adaptação operacional, ganhos de eficiência e maior exigência em compliance tributário.
Receita Federal amplia simplificação do Imposto de Renda e projeta avanços com tecnologia e integração de dados
A Receita Federal tem ampliado a simplificação do Imposto de Renda por meio da digitalização e do uso intensivo de dados, com destaque para a declaração pré-preenchida e o cruzamento automatizado de informações. Esse movimento tende a evoluir com maior integração de sistemas e uso de inteligência artificial, reduzindo a complexidade para contribuintes e aumentando a eficiência da fiscalização.
Reformulação do artigo 19-A e sua relação com a Lei do Bem: impactos e contexto de mercado
A reformulação do artigo 19-A amplia o alcance da Lei do Bem ao fortalecer a colaboração com ICTs, integrar incentivos fiscais a políticas de fomento e reduzir barreiras operacionais. O novo cenário tende a aumentar a adesão das empresas e melhorar a eficiência dos investimentos em inovação, ao mesmo tempo em que exige maior organização e estratégia na gestão de projetos de P&D.
Documentação da Lei do Bem: o que é exigido pelo MCTI e por que isso impacta sua estratégia de inovação
A documentação da Lei do Bem é o principal fator para validação dos incentivos fiscais pelo MCTI. O processo exige integração entre dados técnicos, financeiros e evidências de inovação. Apesar do potencial de dedução de até 34%, poucas empresas utilizam o benefício de forma eficiente, principalmente por falhas na documentação. Estruturar esse processo de forma contínua transforma uma obrigação fiscal em vantagem competitiva.
Quais despesas entram na Lei do Bem
O artigo detalha quais despesas podem ser incluídas na Lei do Bem, incluindo recursos humanos, insumos, serviços e ativos, além de explicar critérios de elegibilidade e apresentar dados de mercado sobre o uso do incentivo no Brasil. Também aborda como empresas podem estruturar melhor seus processos para transformar o benefício fiscal em vantagem competitiva.
Novas alíquotas da CSLL para o setor financeiro passam a valer em abril
As novas alíquotas da CSLL para o setor financeiro entram em vigor em abril e aumentam a carga tributária sobre instituições como bancos e seguradoras. A medida busca ampliar a arrecadação e pode impactar margens, crédito e estratégias fiscais, com efeitos que vão além do próprio setor financeiro.















