Tecnologias desenvolvidas no Brasil estão sendo utilizadas em projetos relacionados à NASA para monitorar o bem-estar de astronautas durante missões espaciais. Com o uso de inteligência artificial e análise de dados, essas soluções permitem acompanhar indicadores de saúde em tempo real, contribuindo para a prevenção de riscos e melhoria do desempenho em ambientes extremos. Além do setor aeroespacial, a aplicação dessas tecnologias se estende a áreas como saúde corporativa e esportes.
A IA generativa inaugura um novo capítulo na história da inovação
A inteligência artificial generativa marca uma mudança estrutural na forma como a inovação acontece, deixando de ser apenas uma ferramenta de automação para se tornar um agente ativo na criação de soluções. O avanço dessa tecnologia já impacta diretamente atividades profissionais e processos empresariais, ampliando a produtividade e redefinindo modelos de negócio. Estudos indicam que a IA já influencia uma parcela relevante do trabalho humano e tende a transformar milhões de funções, acelerando o ritmo da inovação e a captura de valor pelas empresas.
MCTI firma parceria com Serpro e empresa chinesa para desenvolvimento de inteligência artificial no Brasil
O artigo explica a parceria entre MCTI, Serpro e uma empresa chinesa para impulsionar a inteligência artificial no Brasil, destacando objetivos, impactos no setor público e privado, riscos estratégicos e o posicionamento do país no cenário global de tecnologia.
Portal de Serviços da Receita Federal substituirá o e-CAC: o que muda e quais os impactos para empresas
A Receita Federal está substituindo o e-CAC por um novo Portal de Serviços mais integrado e alinhado à digitalização do governo. A mudança centraliza funcionalidades, melhora a experiência do usuário e amplia a integração de dados fiscais. Para empresas, o impacto envolve adaptação operacional, ganhos de eficiência e maior exigência em compliance tributário.
Receita define regras para imposto mínimo global de 15% sobre multinacionais
A Receita Federal regulamentou o imposto mínimo global de 15% sobre multinacionais, alinhando o Brasil às diretrizes da OCDE. A medida busca reduzir a evasão fiscal e altera o planejamento tributário internacional, impactando setores como tecnologia e farmacêutico, além de mudar a dinâmica de competitividade entre países.
Receita Federal amplia simplificação do Imposto de Renda e projeta avanços com tecnologia e integração de dados
A Receita Federal tem ampliado a simplificação do Imposto de Renda por meio da digitalização e do uso intensivo de dados, com destaque para a declaração pré-preenchida e o cruzamento automatizado de informações. Esse movimento tende a evoluir com maior integração de sistemas e uso de inteligência artificial, reduzindo a complexidade para contribuintes e aumentando a eficiência da fiscalização.
Reformulação do artigo 19-A e sua relação com a Lei do Bem: impactos e contexto de mercado
A reformulação do artigo 19-A amplia o alcance da Lei do Bem ao fortalecer a colaboração com ICTs, integrar incentivos fiscais a políticas de fomento e reduzir barreiras operacionais. O novo cenário tende a aumentar a adesão das empresas e melhorar a eficiência dos investimentos em inovação, ao mesmo tempo em que exige maior organização e estratégia na gestão de projetos de P&D.
Confaz publica novos ajustes Sinief: impactos práticos e o que muda para as empresas
O Confaz publicou novos ajustes Sinief que atualizam regras de documentos fiscais eletrônicos, como NF-e, CT-e e MDF-e. As mudanças aumentam o controle fiscal, reduzem a flexibilidade de correções e ampliam a digitalização, impactando diretamente operações logísticas, varejo e indústria, além de exigir maior governança e uso de tecnologia nas empresas.
Royalties entre empresas do mesmo grupo sem participação societária: critérios de dedutibilidade segundo o Carf
O artigo analisa a decisão do Carf sobre a dedutibilidade de royalties pagos a empresas do mesmo grupo sem participação societária direta, destacando critérios como substância econômica, alinhamento com preços de transferência e impactos práticos para empresas em um cenário de maior rigor regulatório.
A pegadinha da alíquota “zero” que não é mais zero de PIS e COFINS em 2026
Apesar de manter a alíquota nominal zerada, as mudanças no PIS e COFINS em 2026 reduzem o aproveitamento de créditos e aumentam a carga tributária efetiva. Isso pressiona margens, altera a dinâmica competitiva e exige revisão estratégica das empresas para evitar perdas financeiras.















