Crédito público e incentivos fiscais podem ser utilizados de forma complementar em projetos de inovação, desde que haja governança, rastreabilidade dos gastos e alinhamento regulatório. A integração entre áreas internas e o planejamento de longo prazo são fatores decisivos para evitar conflitos e questionamentos.
A importância da liderança na era de transformação digital
O texto analisa a importância da liderança na era da transformação digital, destacando dados sobre falhas em iniciativas digitais, o papel da cultura organizacional, a gestão de pessoas e a responsabilidade dos líderes na condução de mudanças tecnológicas sustentáveis.
Lei do Bem para software e TI: como enquadrar IA, algoritmos, segurança e produtos digitais como projetos de P&D
A Lei do Bem permite que empresas de software e TI utilizem incentivos fiscais ao estruturar projetos de P&D com base em incerteza tecnológica e esforço técnico comprovado. Soluções de inteligência artificial, algoritmos proprietários, cibersegurança e produtos digitais podem ser elegíveis quando há desenvolvimento relevante, documentação adequada e alinhamento aos critérios legais e técnicos exigidos.
Inovação em modelos de negócio: como empresas estão crescendo sem aumentar proporcionalmente custos e estrutura
A inovação em modelos de negócio tem permitido que empresas ampliem receita e presença de mercado sem expandir custos e estrutura no mesmo ritmo. Ao adotar modelos escaláveis, utilizar tecnologia como suporte, acompanhar indicadores financeiros adequados e explorar parcerias estratégicas, organizações ganham eficiência, previsibilidade e maior capacidade de adaptação a cenários econômicos mais complexos.
Nova tributação de dividendos em 2026 impede planejamento? Estratégias societárias legais para preservar a remuneração dos sócios
A nova tributação de dividendos prevista para 2026 introduz uma retenção de 10% de IRPF sobre distribuições mensais acima de R$ 50.000, alterando de forma estrutural a lógica de remuneração de sócios e acionistas no Brasil. Mais do que um tema fiscal, trata-se de uma variável relevante de estratégia e valuation, que exige revisão da política de distribuição de resultados. O artigo analisa, sob uma perspectiva prática e juridicamente fundamentada, três alternativas previstas na legislação societária, redução de capital por excesso, ações preferenciais com resgate programado e bonificação em ações, destacando fundamentos legais, riscos fiscais e critérios para escolha da estratégia mais adequada a cada perfil empresarial.
KPIs e governança na Lei do Bem: como usar para profissionalizar o portfólio de inovação
A Lei do Bem pode ser utilizada como um instrumento de profissionalização da inovação ao estimular KPIs adequados e práticas de governança. Com dados, acompanhamento estruturado e decisões baseadas em evidências, empresas ganham mais previsibilidade e maturidade na gestão do portfólio de P&D.
Prorrogação de benefícios tributários a equipamentos inteligentes é sancionada: o que muda até 2030
A Lei nº 15.320/2025 prorrogou até 31 de dezembro de 2030 benefícios tributários aplicáveis a taxas de fiscalização e contribuições incidentes sobre estações de telecomunicações usadas em IoT, M2M e estações satelitais de pequeno porte; com vigência a partir de 1º de janeiro de 2026, a medida reduz incertezas regulatórias e influencia o custo e a escalabilidade de projetos de conectividade inteligente no Brasil.
Cinco mil produtos brasileiros terão imposto zero na UE com acordo Mercosul União Europeia, segundo a CNI
O acordo entre Mercosul e União Europeia prevê a eliminação de tarifas para aproximadamente cinco mil produtos brasileiros, segundo a CNI. A medida pode ampliar a competitividade das exportações, favorecer a indústria e estimular investimentos, embora ainda dependa de ratificação para entrar em vigor.
Lei do Bem e Lei de Informática: convivência, sinergias e como evitar a duplicação de dispêndios
A Lei do Bem e a Lei de Informática podem ser utilizadas pela mesma empresa, desde que os gastos em pesquisa e desenvolvimento sejam corretamente segregados. Com planejamento e controles internos, é possível criar sinergias entre os incentivos e ampliar o retorno fiscal sobre investimentos em inovação.
Minha empresa pode entrar na Lei de Informática? Sinais claros de que você é elegível
Este artigo apresenta sinais claros para avaliar se uma empresa pode entrar na Lei de Informática, abordando critérios como enquadramento do produto por NCM, existência e cumprimento do Processo Produtivo Básico, industrialização no Brasil, governança para apuração do crédito e planejamento de investimentos em PD&I. O conteúdo ajuda empresas em fase inicial de análise a identificar se estão próximas da elegibilidade e quais pontos exigem maior atenção antes da habilitação.















