A utilização da Lei do Bem exige uma estrutura documental que integre comprovação técnica, rastreabilidade financeira e conformidade fiscal. Empresas que organizam esses processos de forma contínua conseguem reduzir riscos, ampliar o aproveitamento do incentivo e transformar a inovação em vantagem competitiva sustentável.
Como calcular a Lei do Bem e transformar investimento em inovação em ganho fiscal
Este conteúdo explica como calcular a Lei do Bem de forma prática, detalhando despesas elegíveis, etapas do cálculo e fatores que ampliam o benefício fiscal. Também apresenta dados de mercado e mostra como o incentivo pode impactar a estratégia financeira e a competitividade das empresas.
Regulamento do IBS prevê fiscalização de até 360 dias e amplia exigências para empresas
A regulamentação do IBS prevê um regime de fiscalização que pode durar até 360 dias para operações suspeitas, ampliando o controle sobre créditos tributários. A medida impacta diretamente o fluxo de caixa, a governança fiscal e a relação com fornecedores, exigindo maior organização, uso de tecnologia e adaptação estratégica das empresas ao novo modelo tributário.
Lei do Bem e os novos tipos de inovação nas empresas
A Lei do Bem acompanha a evolução do conceito de inovação nas empresas, permitindo o enquadramento de projetos ligados à transformação digital, inteligência artificial e automação. Apesar do potencial de recuperação fiscal e ganho estratégico, poucas empresas utilizam o incentivo de forma estruturada. Ao compreender os critérios de elegibilidade e integrar inovação com estratégia fiscal, é possível ampliar o retorno sobre investimentos tecnológicos e fortalecer a competitividade no mercado.
O papel do gestor de inovação na captação dos benefícios da Lei do Bem
O papel estratégico do gestor de inovação na captação dos benefícios da Lei do Bem, destacando desafios de adoção no Brasil, estruturação de processos, integração entre áreas e impacto financeiro. Também aborda como a maturidade em inovação influencia a competitividade e a eficiência fiscal das empresas.
LC 214/2025: como a nova classificação fiscal redefine a apuração de tributos no Brasil
A LC 214/2025 redefine a lógica tributária ao priorizar a natureza econômica das operações e ampliar o crédito financeiro, reduzindo cumulatividade e distorções. Com impactos distintos entre setores, a norma exige adaptação das empresas, ao mesmo tempo em que cria oportunidades de eficiência, previsibilidade e melhoria na gestão de custos.
Lei do Bem para saúde: como o incentivo fiscal impacta inovação, custos e competitividade no setor
A Lei do Bem permite que empresas do setor de saúde reduzam impostos ao investir em inovação tecnológica. Indústrias farmacêuticas, dispositivos médicos, healthtechs e laboratórios já utilizam o incentivo com maior frequência, enquanto hospitais ainda apresentam potencial de crescimento. O benefício melhora o retorno financeiro de projetos e fortalece a competitividade em um setor intensivo em tecnologia e regulação.
Grécia proibirá redes sociais para menores de 15 anos: o que muda na prática
A Grécia anunciou a proibição do uso de redes sociais por menores de 15 anos a partir de 2027, alinhando-se a uma tendência global de maior regulação do ambiente digital. A medida levanta discussões sobre saúde mental, responsabilidade das plataformas e impacto no mercado, exigindo adaptação de empresas e novas estratégias no uso de dados e publicidade.
Quais são os benefícios fiscais da Lei do Bem?
A Lei do Bem permite que empresas no lucro real reduzam sua carga tributária ao investir em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Entre os principais benefícios estão a exclusão adicional de gastos com P&D, redução de IPI, depreciação acelerada e incentivos ligados à propriedade intelectual. Além da economia tributária, o incentivo melhora a viabilidade financeira dos projetos e tem sido incorporado à estratégia de inovação das empresas.
Lei do Bem vs. outros incentivos fiscais: diferenças, uso prático e impacto no investimento em inovação
Este artigo apresenta as principais diferenças entre a Lei do Bem e outros incentivos fiscais e financeiros para inovação no Brasil, incorporando dados de mercado e contexto econômico para apoiar decisões mais estratégicas sobre investimento em P&D.















