Empresas de software têm um perfil de investimento que se encaixa com precisão na Lei do Bem: a maior parte dos custos está concentrada em pessoas e no desenvolvimento de produtos tecnológicos. Apesar disso, o setor ainda subutiliza o benefício, em…
Decreto 12.955/26: o que muda com o ressarcimento do IBS na reforma tributária
Com a publicação do Decreto nº 12.955/26, o governo federal avançou na regulamentação da reforma tributária ao estabelecer as regras para o ressarcimento de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). O texto define prazos, condições e procedimentos que afetam diretamente o fluxo de caixa e o planejamento tributário de empresas dos mais variados setores.
Regulação das redes: o risco de tratar como detalhe jurídico
O avanço da regulação digital no Brasil, impulsionado pelo ECA Digital, LGPD mais rigorosa e projetos de lei sobre IA e fake news, está mudando a forma como empresas desenvolvem tecnologia. O texto defende que conformidade deixou de ser apenas uma questão jurídica ou documental e passou a impactar diretamente a arquitetura das plataformas, exigindo sistemas mais auditáveis, transparentes e seguros. Para CIOs e CTOs, isso significa incorporar requisitos regulatórios desde a concepção dos produtos, revisando fluxos de dados, mecanismos de moderação, decisões automatizadas e governança tecnológica para reduzir riscos, retrabalho e perda de confiança.
Qual a diferença entre P&D e Engenharia de Produto?
P&D e Engenharia de Produto são duas disciplinas frequentemente confundidas, mas que operam com lógicas, horizontes de tempo e objetivos completamente distintos. Enquanto P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) trabalha com incerteza alta e foco em descoberta, a Engenharia de Produto atua sobre o que já foi validado, com o objetivo de construir, escalar e entregar valor de forma consistente. Separar essas funções com clareza é uma das decisões organizacionais mais relevantes para empresas que querem crescer com eficiência.
Como a inteligência artificial analisa projetos da Lei do Bem no MCTI
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) passou a incorporar ferramentas baseadas em inteligência artificial no processo de análise dos projetos submetidos no âmbito da Lei do Bem, a principal política de incentivo fiscal à P&D&I no Brasil. Essa mudança afeta diretamente como as empresas devem estruturar e documentar seus projetos para obter os benefícios previstos na legislação.
Lei do Bem 2025: ainda dá tempo de transformar inovação em benefício fiscal real
Este artigo explica como empresas que investem em pesquisa e desenvolvimento podem aproveitar a Lei do Bem para obter benefícios fiscais expressivos, apresenta os resultados da Grownt em 2025 e orienta sobre os próximos passos antes do prazo de transmissão ao MCTI.
STF tem 20 temas de repercussão geral pendentes há dez anos ou mais
O Supremo Tribunal Federal possui, atualmente, pelo menos 20 temas com repercussão geral reconhecida que aguardam julgamento há mais de uma década. Esse acúmulo não é apenas uma estatística administrativa, mas um problema com reflexos diretos sobre processos suspensos em todo o país, sobre a previsibilidade jurídica e sobre a vida de empresas e pessoas físicas que dependem de uma definição do tribunal para encerrar litígios.
Notas Fiscais ganham novos campos para adequação à Reforma Tributária do Consumo
Com a aprovação da Reforma Tributária do Consumo, as empresas brasileiras precisam se preparar para mudanças na emissão de notas fiscais eletrônicas. A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS publicaram especificações técnicas que incluem novos campos obrigatórios para identificar os novos tributos, CBS, IBS e Imposto Seletivo, nas NF-e e NFC-e. Este artigo explica o que mudou, por que mudou e o que sua empresa precisa fazer para não ficar para trás.
Reforma tributária: crédito presumido de CBS sobre o estoque de abertura, neutralidade e isonomia
A reforma tributária aprovada em 2024 substitui gradualmente PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS por dois novos tributos, a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). Nessa transição, empresas que mantêm estoques acumulados sob as regras antigas correm o risco de serem tributadas duplamente, a menos que o sistema preveja um mecanismo de compensação. É aí que entra o crédito presumido de CBS sobre o estoque de abertura, um instrumento pensado para assegurar que a mudança de regime não gere distorções competitivas nem penalize quem cumpriu as regras do modelo anterior.
Reforma Tributária: o que é a CBS e por que a alíquota de 9,43% importa
A reforma tributária aprovada no Brasil em 2023 remodela completamente a tributação sobre o consumo no país. Um dos pilares dessa mudança é a CBS, a Contribuição sobre Bens e Serviços, que substituirá o PIS e a Cofins. Segundo as projeções em discussão, a CBS começará com uma alíquota de referência de 9,43% quando o novo sistema entrar em vigor, em 2026, dentro de um período de transição que se estende até 2033. Este texto explica o que é a CBS, como ela se encaixa na lógica do IVA dual brasileiro e o que essa mudança representa na prática.















