A reforma tributária prevê a substituição de PIS, Cofins e IPI por um modelo de IVA, com eliminação estimada de R$ 40 bilhões em benefícios fiscais federais a partir de 2027. A medida altera a estrutura de incentivos, reduz regimes especiais e exige planejamento estratégico das empresas durante o período de transição até 2033.
Reforma tributária eleva multas e reforça controle sobre documentos fiscais a partir de 2026
A reforma tributária de 2026 intensifica o controle sobre documentos fiscais eletrônicos ao integrar fiscos e adotar modelo de não cumulatividade plena via IBS e CBS. Com fiscalização digital ampliada e maior rastreabilidade de dados, erros documentais passam a gerar impacto direto em créditos e multas fiscais, exigindo maior governança tributária e atualização tecnológica das empresas.
Algum segmento será impactado negativamente com a reforma tributária?
A reforma tributária sobre o consumo redistribui a carga entre setores ao substituir tributos atuais por CBS e IBS. Serviços intensivos em mão de obra, setor imobiliário e empresas beneficiadas por incentivos de ICMS podem enfrentar aumento nominal de carga, enquanto cadeias produtivas longas e exportadores tendem a ganhar previsibilidade. O impacto efetivo dependerá da regulamentação e da estrutura de custos de cada segmento.
Como a Lei do Bem se diferencia de outros incentivos fiscais para inovação no Brasil
A Lei do Bem é um dos principais incentivos fiscais para inovação no Brasil, permitindo deduções tributárias para empresas que investem em P&D. Este artigo explica como ela se diferencia de subvenções econômicas, financiamentos e da Lei de Informática, destacando critérios de elegibilidade, governança e adequação estratégica para diferentes perfis empresariais.
Redata: benefícios, impactos regulatórios e o que muda se virar lei
O Redata propõe diretrizes para governança e uso estratégico de dados no Brasil, com foco em inovação e segurança jurídica. O artigo analisa seus benefícios, integra dados econômicos e regulatórios ao contexto nacional e explica o que muda caso a proposta seja transformada em lei.
Gestão da inovação: o que é, por que importa e como estruturar na empresa
A gestão da inovação organiza estratégia, governança, indicadores e financiamento para transformar ideias em resultados econômicos. Com base em dados de investimento em P&D, desempenho empresarial e políticas públicas, empresas que estruturam esse processo aumentam competitividade, previsibilidade e acesso a incentivos tecnológicos.
Lei do bem e incentivos fiscais à inovação: 20 anos de apoio a mais de 14 mil projetos de P&D no Brasil
Ao longo de duas décadas, os incentivos fiscais à inovação apoiaram mais de 14 mil projetos de pesquisa e desenvolvimento no Brasil. O mecanismo reduz o custo tributário das atividades de P&D, amplia a viabilidade de projetos tecnológicos e influencia a estratégia de investimento das empresas.
FINEP: Inovação mineral recebe R$ 200 milhões para impulsionar energia limpa e desenvolvimento
O investimento de R$ 200 milhões em inovação mineral reforça o papel do Brasil na cadeia de energia limpa, em um cenário de crescimento da demanda por minerais críticos. Com reservas relevantes e necessidade de maior agregação de valor, o país busca integrar mineração sustentável, desenvolvimento tecnológico e competitividade internacional.
Lei do Bem para empresas de lucro real: requisitos detalhados, dados e critérios de enquadramento
A Lei do Bem para empresas de lucro real permite exclusão adicional de despesas com pesquisa e desenvolvimento da base de cálculo do IRPJ e da CSLL. Para utilizar o incentivo, é necessário estar no regime de lucro real, realizar atividades de inovação tecnológica, manter controle contábil adequado e enviar informações ao MCTI. O mecanismo já é utilizado por milhares de empresas e movimenta bilhões de reais em investimentos anuais em P&D.
Novo edital do MCTI e da Finep destina R$ 300 milhões para projetos inovadores na Base Industrial de Defesa
O novo edital do MCTI e da Finep destina R$ 300 milhões a projetos inovadores na Base Industrial de Defesa, fortalecendo tecnologias estratégicas e o financiamento à inovação no Brasil. O artigo explica o contexto econômico da BID, quem pode participar e quais são os impactos competitivos para as empresas.















