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Lei do Bem LC 224/2025

Lei do Bem: principais benefícios permanecem inalterados após a LC 224/2025

A Lei Complementar nº 224/2025 não alterou os principais benefícios da Lei do Bem, que segue como um dos principais incentivos fiscais à inovação no Brasil. A dedução ampliada de gastos em P&D, os critérios de elegibilidade e as exigências de conformidade permanecem válidos, garantindo previsibilidade para empresas que investem em pesquisa e desenvolvimento.

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ROI de inovação

Inovação orientada a valor: como medir ROI de inovação sem cair em métricas vazias

Medir ROI de inovação exige alinhar métricas ao estágio de maturidade e ao tipo de valor buscado, substituindo indicadores de atividade por critérios que orientem decisões de investimento. Ao adotar métricas progressivas, visão de portfólio e conexão clara entre inovação e resultados econômicos, as empresas aumentam disciplina de capital e reduzem o risco de investir em iniciativas que geram movimento, mas pouco impacto real.

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prova de conceito à escala

Da prova de conceito à escala: por que 80% das iniciativas de inovação travam 

A maioria das iniciativas de inovação não avança além da prova de conceito, mesmo quando a tecnologia funciona. Dados de mercado indicam taxas elevadas de abandono, especialmente em projetos de IA, mostrando que o principal desafio está na transição para a escala. Falta de métricas claras de valor, problemas com dados, governança tardia, custos ocultos e baixa adoção explicam por que pilotos promissores não se tornam soluções operacionais sustentáveis.

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Reforma Tributária e compliance digital

Reforma Tributária e compliance digital: por que dados mestres viram ativos e onde as empresas falham 

A Reforma Tributária do consumo amplia a digitalização, a padronização e o compartilhamento de informações fiscais, tornando a qualidade dos dados mestres um fator central de compliance digital. Inconsistências em cadastro, classificação e endereços deixam de ser um problema operacional isolado e passam a gerar exceções, retrabalho e risco em um ambiente de maior validação e cruzamentos automatizados. Tratar dados mestres como ativos, com padrões, governança e métricas simples, torna-se uma condição prática para reduzir custo e aumentar previsibilidade tributária.

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incerteza tecnológica em projetos complexos

Como caracterizar incerteza tecnológica em projetos complexos para fins da Lei do Bem 

A incerteza tecnológica é um elemento essencial para enquadrar projetos como P&D na Lei do Bem, especialmente em iniciativas complexas. Ela deve ser descrita como o desconhecimento técnico sobre se e como determinado desempenho pode ser alcançado, com base em métricas, hipóteses testáveis e métodos sistemáticos de validação. Ao explicitar o problema tecnológico, o baseline, os riscos e as evidências produzidas, a empresa fortalece a consistência técnica do projeto e reduz ambiguidades em análises e auditorias.

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Lei do Bem e empresas em reestruturação

Lei do Bem e empresas em reestruturação: impacto do prejuízo fiscal, planejamento e timing 

Em reestruturações, a Lei do Bem pode continuar sendo uma alavanca relevante para reduzir IRPJ e CSLL sobre dispêndios de PD&I, mas seu valor depende do timing de geração de lucro tributável, do estoque de prejuízo fiscal e das limitações de compensação, como a trava de 30% reconhecida como constitucional no Tema 117, além de discussões específicas sobre extinção no STF. O planejamento deve integrar projeções de lucro, perímetro do Lucro Real, desenho societário e governança de evidências, garantindo também o cumprimento anual de reporte ao MCTI via FORMP&D, para reduzir risco de glosa e melhorar a captura econômica do incentivo.

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gestão de propriedade intelectual

Gestão de propriedade intelectual além da patente: trade secrets, software, design e contratos 

A gestão de propriedade intelectual além da patente envolve proteger e organizar ativos como segredos industriais, software, design e direitos definidos em contratos, que concentram grande parte do valor econômico das empresas. Com o crescimento dos registros de software e desenho industrial e o peso crescente dos intangíveis, adotar uma governança estruturada de PI ajuda a reduzir riscos jurídicos, evitar disputas e criar bases mais sólidas para inovação, parcerias e expansão.

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Lei do Bem como alavanca de competitividade

Lei do Bem como alavanca de competitividade: como líderes usam o incentivo para acelerar o roadmap 

A Lei do Bem é um instrumento que reduz o custo efetivo das atividades de P&D para empresas no lucro real, podendo gerar uma economia relevante sobre projetos de inovação. Dados recentes indicam crescimento no número de empresas participantes e uso do incentivo em diversos setores, como indústria, tecnologia e agronegócio. Líderes que extraem mais valor integram o benefício ao planejamento do roadmap, estruturam projetos com evidências técnicas claras, conectam áreas técnicas e fiscais e utilizam o ganho econômico para sustentar ciclos contínuos de inovação e competitividade.

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Créditos na reforma tributária

Créditos na Reforma Tributária: o que muda no “direito ao crédito” e como preparar cadastro e produtos 

A Reforma Tributária redefine o direito ao crédito ao adotar a não cumulatividade como regra no IBS e na CBS, deslocando o foco das disputas conceituais para a qualidade de cadastro, documentação e governança de dados. Com 2026 funcionando como ano de testes operacionais, empresas precisam revisar dados mestres, mapear operações, integrar fiscal e financeiro e testar processos reais para garantir aproveitamento de créditos, reduzir glosas e preparar produtos e sistemas para o novo modelo tributário.

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reforma tributária e incentivos estaduais municipais

Reforma Tributária e incentivos estaduais e municipais: o que morre, o que migra e como mitigar 

A Reforma Tributária do consumo substitui ICMS e ISS pelo IBS e cria a CBS, reduzindo o espaço para incentivos estaduais e municipais baseados em renúncia tributária e exigindo uma revisão de estratégias de localização e precificação. Parte do papel de atração de investimentos migra para instrumentos como o FNDR, com aportes federais crescentes a partir de 2029, e para uma compensação transitória de benefícios onerosos de ICMS entre 2029 e 2032, detalhada na LC 214/2025. Para mitigar impactos, empresas devem mapear benefícios, separar o que pode ser compensado, remodelar cenários de margem e reorganizar governança e contratos para a fase de transição.

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