A Reforma Tributária sobre o consumo introduz IBS e CBS e inicia uma transição gradual a partir de 2026, com impactos diretos na forma como empresas operam, tomam decisões e organizam suas áreas. Mais do que um tema fiscal, a mudança exige preparo de lideranças, capacitação prática dos times, revisão de processos e comunicação clara. Ao integrar gestão da mudança, desenvolvimento de pessoas e governança, as organizações reduzem riscos, mantêm produtividade e se adaptam com mais consistência ao novo modelo de negócio.
TikTok assina acordo para venda nos Estados Unidos: o que muda e por que o tema voltou ao centro do debate
A TikTok assinou um acordo para a venda de suas operações nos Estados Unidos a uma nova estrutura com controle majoritário de investidores com forte presença no mercado norte-americano, em resposta a pressões regulatórias relacionadas à segurança nacional, governança de dados e influência estrangeira. A operação envolve a criação de uma entidade independente para o TikTok nos EUA, com participação minoritária da ByteDance, e tem como objetivo garantir a continuidade da plataforma no país, que concentra mais de 170 milhões de usuários. O acordo prevê mudanças na governança, maior controle sobre dados e infraestrutura tecnológica, além de um cronograma de transição previsto para ser concluído no início de 2026, mantendo o aplicativo ativo enquanto atende às exigências legais e políticas do mercado americano.
Transição da Reforma Tributária: como organizar um roadmap executivo para os próximos anos
A transição da Reforma Tributária exige que empresas organizem um roadmap executivo para lidar com a convivência entre o sistema atual e o novo IVA dual até 2033, estruturando governança, diagnóstico de impactos, adequação de dados e sistemas, revisão de precificação e contratos, além de controles e indicadores de acompanhamento, com foco especial no início da fase de testes em 2026, quando IBS e CBS passam a demandar preparo operacional e decisões coordenadas entre áreas financeiras, fiscais, comerciais e de tecnologia.
Comitê Gestor da reforma tributária: Câmara aprova texto-base de projeto que define regras
A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do projeto que estabelece as regras de funcionamento do Comitê Gestor da reforma tributária, órgão que será responsável por conduzir a transição do atual modelo de tributação para o novo sistema do IBS, que substituirá ICMS e ISS. A proposta define a estrutura de governança, atribuições e competências do comitê, com foco na arrecadação, fiscalização e distribuição das receitas entre estados e municípios. Ainda restam a análise dos destaques, que podem alterar pontos específicos do texto, antes do envio do projeto para sanção.
Fortuna de Elon Musk supera R$ 3,2 trilhões e atinge nível inédito
A Forbes registrou um marco inédito ao indicar que Elon Musk ultrapassou US$ 600 bilhões em patrimônio estimado, valor frequentemente convertido no Brasil para cerca de R$ 3,2 trilhões, movimento associado principalmente à reavaliação da SpaceX para patamares próximos de US$ 800 bilhões e à expectativa de IPO, além do impacto de ativos como Tesla e negócios ligados a IA, em um cálculo que varia diariamente conforme preços e estimativas do mercado.
Ata do Copom indica melhora no cenário inflacionário, mas Banco Central mantém postura vigilante sobre juros
A ata do Copom aponta sinais de melhora no cenário inflacionário, com desaceleração gradual dos índices de preços, mas reforça que o ambiente de expectativas de inflação segue desancorado. Diante desse contexto, o Banco Central mantém uma postura cautelosa e vigilante, defendendo a necessidade de juros elevados por mais tempo e evitando qualquer sinalização sobre o início de cortes na taxa Selic, condicionando decisões futuras à evolução consistente da inflação, das expectativas e do cenário macroeconômico.
Câmara aprova texto-base da 2ª fase da regulamentação da reforma tributária, projeto do IBS e da CBS segue para destaques e mantém alíquota de 8,5% para SAFs
A Câmara aprovou o texto-base do PLP 108/2024, segunda fase da regulamentação da reforma tributária, com foco nas regras de governança, fiscalização e administração do IBS e na operacionalização conjunta com a CBS, e o projeto segue para análise de destaques. Um dos pontos mais discutidos é a manutenção da alíquota de 8,5% para SAFs no texto-base, tema que ainda pode sofrer mudanças na etapa final de votação.
Planejamento estratégico na Reforma Tributária: como tomar decisões de investimento com segurança
A Reforma Tributária altera de forma relevante as premissas usadas no planejamento estratégico das empresas, especialmente nas decisões de investimento a partir de 2026, quando começa a transição para o modelo de IVA dual com IBS e CBS. O novo cenário exige que projetos de expansão, automação e reorganização operacional considerem impactos em precificação, geração e recuperação de créditos, fluxo de caixa e capacidade dos sistemas fiscais. Incorporar essas variáveis ao planejamento permite reduzir riscos, melhorar a previsibilidade financeira e sustentar decisões mais seguras ao longo do período de transição até 2033.
Reforma Tributária nas empresas: por que ela não é apenas um tema fiscal, mas uma transformação estrutural nas empresas
A Reforma Tributária nas empresas representa uma mudança estrutural que afeta operações, tecnologia, contratos, preços e governança, ao introduzir o IVA dual com IBS e CBS, a tributação no destino e um período de transição até 2033. Mais do que um tema fiscal, trata-se de uma reorganização do modelo operacional, que exige preparação antecipada para reduzir riscos e garantir adaptação consistente às novas regras.
PERDCOMP e Robô Fiscal: como automatizar o processo de compensação
A automatização do PERDCOMP com robôs fiscais transforma a gestão de créditos tributários em um processo mais eficiente, seguro e previsível, especialmente em um cenário em que mais de 1 milhão de pedidos são enviados anualmente à Receita Federal e inconsistências ainda representam grande parte das exigências. Ao integrar dados do ERP, padronizar regras de compensação e reduzir tarefas manuais, as empresas aceleram a utilização de créditos, diminuem erros operacionais e fortalecem a governança fiscal, liberando equipes para análises estratégicas e para o acompanhamento de oportunidades tributárias.















