A Lei do Bem completa 20 anos como o principal incentivo fiscal à inovação no Brasil, impulsionando o investimento privado em pesquisa, desenvolvimento e inovação, o crescimento das empresas e a contratação de profissionais altamente qualificados. Ao longo dessas duas décadas, o benefício estimulou a criação de produtos e serviços, ampliou a base tecnológica nacional e fortaleceu a aproximação entre academia e setor produtivo. Os dados apontam relações consistentes entre a adoção da Lei, o aumento de receitas, o crescimento dos investimentos em PD&I e a formação de times especializados, evidenciando seu papel na competitividade e no desenvolvimento econômico. Baixe o estudo completo para acessar todos os gráficos e análises.
Como a Reforma Tributária redesenha as operações e a cadeia de suprimentos das empresas
A Reforma Tributária redesenha operações e cadeias de suprimentos ao introduzir a tributação no destino, ampliar o crédito financeiro e reduzir distorções entre setores e estados. Esses movimentos afetam a localização de centros de distribuição, a relação com fornecedores, a formação de preços e a estrutura logística, ao mesmo tempo em que exigem revisão de contratos, atualização de sistemas e maior integração entre áreas fiscais, operacionais e tecnológicas. Para se adaptar, as empresas precisam mapear sua cadeia, simular cenários logísticos e reorganizar processos internos para atuar com mais eficiência durante a transição e no novo modelo tributário.
Lei do Bem no Agro: O que é, como funciona e quem pode utilizar o incentivo
A Lei do Bem é um incentivo fiscal que permite a empresas do agronegócio deduzirem gastos com pesquisa, desenvolvimento e inovação do IRPJ e da CSLL, reduzindo custos e ampliando investimentos tecnológicos. Com um setor que cresce acima da média nacional e adota cada vez mais automação, biotecnologia e soluções digitais, o benefício se torna uma ferramenta estratégica para apoiar projetos de agricultura de precisão, novas cultivares, máquinas inteligentes e processos industriais mais eficientes.
Lei do Bem para Hardwares: como aproveitar para desenvolver novos produtos
A captação de recursos via Lei do Bem pode ser mais eficiente quando a empresa organiza seus projetos de P&vD, mantém registros consistentes, integra áreas técnicas e fiscais e adota critérios claros de elegibilidade. Com processos bem estruturados, é possível ampliar o aproveitamento dos incentivos fiscais e fortalecer a estratégia de inovação.
Lei do Bem e captação de recursos: dicas para otimizar o processo
A captação de recursos via Lei do Bem pode ser mais eficiente quando a empresa organiza seus projetos de P&D, mantém registros consistentes, integra áreas técnicas e fiscais e adota critérios claros de elegibilidade. Com processos bem estruturados, é possível ampliar o aproveitamento dos incentivos fiscais e fortalecer a estratégia de inovação.
Investimentos públicos em inovação: Recorde de R$ 57,7 bilhões entre 2023 e 2025
De 2023 a setembro de 2025, o investimento público em inovação no Brasil chegou a R$ 57,7 bilhões, mais do que o triplo do valor do período 2019–2022. Entenda como Finep e BNDES impulsionam pesquisa, desenvolvimento e competitividade.
Lei do Bem e sustentabilidade: como a inovação verde ganha força nas empresas brasileiras
A relação entre Lei do Bem e sustentabilidade ganha relevância à medida que empresas são pressionadas por clientes, investidores e regulamentações a reduzir emissões, economizar recursos e adotar tecnologias limpas. Ao permitir que organizações abatam parte dos investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação do imposto de renda, a Lei do Bem cria um ambiente mais favorável para projetos ligados à eficiência energética, uso racional de recursos naturais e desenvolvimento de novos produtos e processos com menor impacto ambiental, aproximando inovação tecnológica da agenda ESG.
O que é a Cátedra de IA Responsável da USP em parceria com o Google?
A Universidade de São Paulo, em parceria com o Google, está lançando a Cátedra de IA Responsável, sediada no Instituto de Estudos Avançados e coordenada pelo professor Carlos Américo Pacheco. A iniciativa cria um centro permanente dedicado a estudar ética, governança e impacto social da inteligência artificial, além de formar profissionais preparados para desenvolver e aplicar a tecnologia de forma segura e alinhada ao interesse público.
Competitividade da indústria brasileira: impacto da Lei do Bem
A Lei 11.196/2005 estimulou de forma consistente o investimento privado em pesquisa e desenvolvimento e contribuiu para ampliar a competitividade da indústria brasileira por meio de maior capacidade de inovação, ganhos de produtividade e desenvolvimento tecnológico. Os dados dos últimos anos mostram crescimento do volume de projetos, expansão de centros de pesquisa corporativos e adoção mais rápida de tecnologias avançadas, criando condições para que empresas se posicionem em segmentos de maior valor agregado e ampliem seu desempenho no mercado nacional e internacional.
Reforma Tributária para o setor financeiro: maioria ainda não avaliou os impactos
A maior parte das instituições financeiras ainda não avaliou de forma estruturada os impactos da reforma tributária em seus produtos, margens e processos internos, mesmo com um cenário em que 72% das empresas de médio e grande porte no Brasil ainda não se consideram preparadas para a transição, segundo levantamento da V360 em 2025. Para as áreas de tax, isso significa conviver com riscos maiores de erros na formação de preços, aumento de exposição a autuações, impactos em fluxo de caixa e pressão adicional de reguladores como Banco Central, CVM e SUSEP. Antecipar essa agenda com mapeamento de produtos críticos, revisão de cadastros e parametrizações fiscais, construção de cenários de impacto em resultado e envolvimento de TI e controladoria é um passo essencial para fortalecer a governança tributária e dar mais segurança às decisões do setor financeiro diante da reforma.















