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Reforma Tributária em 2026

Reforma Tributária em 2026: como começam os testes de IBS e CBS e o que muda na nota fiscal 

Em 2026, a Reforma Tributária entra na sua fase mais prática, com testes do IVA dual por meio de IBS e CBS, incluindo mudanças nos documentos fiscais e um projeto piloto do Sistema de Apuração Assistida do IBS com 123 empresas selecionadas pelo CGIBS. Apesar de flexibilizações e janelas sem penalidades em determinados prazos, o ano tende a expor inconsistências de cadastros, parametrizações e fluxos de emissão e escrituração, o que torna 2026 um período recomendável para fortalecer governança de dados fiscais, testar processos de ponta a ponta e estruturar auditorias preventivas.

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LC 224/2025

LC 224/2025: o que muda nos incentivos fiscais de PD&I e por que a Lei do Bem segue segura

A Lei Complementar nº 224/2025 reforça um cenário mais rigoroso para incentivos fiscais federais, com maior exigência de governança, metas, avaliação periódica e comprovação de impacto em projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), além de aplicar uma redução linear em parte dos benefícios. Para empresas com processos maduros, rastreabilidade e documentação consistente, a adaptação tende a ser mais previsível e segura. A Lei do Bem não foi afetada como instrumento de incentivo à inovação, e o foco prático passa a ser a qualidade da gestão técnica e do compliance para sustentar enquadramentos e auditorias.

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quais projetos entram na Lei do Bem

Quais projetos entram na Lei do Bem 

Projetos enquadráveis na Lei do Bem, em geral, são aqueles de pesquisa tecnológica e desenvolvimento experimental com risco tecnológico, voltados à criação de novos produtos ou processos, ou ao aprimoramento com ganho técnico mensurável, como define a própria lei. Já mudanças rotineiras, ajustes de engenharia sem incerteza técnica, atividades comerciais e pesquisas de mercado costumam ficar fora. Um checklist baseado em novidade técnica, experimentação, risco e evidências ajuda a separar o que tende a ser P&D elegível do que é melhoria operacional ou implantação.

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incentivo fiscal ou planejamento tributário

Incentivo fiscal ou planejamento tributário: qual é melhor para minha indústria? 

Incentivos fiscais e planejamento tributário são estratégias distintas para reduzir a carga tributária na indústria, com impactos diferentes em caixa, risco e governança. Incentivos fiscais tendem a gerar economias mais previsíveis quando a empresa cumpre requisitos legais e mantém controles adequados, com reduções que podem variar de 5% a 20% sobre IRPJ e CSLL em casos como a Lei do Bem. Já o planejamento tributário costuma gerar ganhos recorrentes entre 2% e 8% da carga total ao corrigir ineficiências operacionais e estruturais, mas exige atenção aos limites legais para evitar contingências. Em um cenário de transição da Reforma Tributária a partir de 2026, a decisão mais eficiente para a indústria costuma ser a combinação das duas abordagens, priorizando previsibilidade, redução de risco e alinhamento com processos e sistemas.

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ROI real da Lei do Bem

ROI real da Lei do Bem: como calcular o impacto financeiro e prever economia tributária com segurança 

A análise do ROI da Lei do Bem começa pela identificação das despesas de PD&I elegíveis, avança pela simulação da economia de IRPJ e CSLL e se completa quando a empresa compara esse ganho com os custos de implantação e manutenção do programa, incluindo horas internas, sistemas e consultorias. Com dados históricos, cenários conservadores e governança integrada entre P&D, fiscal, contábil e jurídico, torna-se possível prever a economia tributária anual com maior segurança, calcular payback e demonstrar ao comitê executivo que a Lei do Bem pode gerar retorno relevante tanto sobre o investimento em P&D quanto sobre o próprio projeto de utilização do incentivo fiscal.

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gestor de inovação na captação dos benefícios da Lei do Bem

O papel do gestor de inovação na captação dos benefícios da Lei do Bem

O gestor de inovação costuma ser o ponto de conexão entre áreas técnicas, finanças e tributos para transformar projetos de P&D em benefícios fiscais previstos na Lei do Bem. Na prática, isso exige governança, definição do que entra como dispêndio elegível, rastreabilidade de evidências e um processo de prestação de informações alinhado às orientações do MCTI, reduzindo retrabalho e risco de glosas. O tema ganha escala quando se observa que, em 2023, milhares de empresas declararam utilização do incentivo e os números divulgados pelo governo e por análises setoriais reforçam o peso econômico do mecanismo.

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Como transformar atividades em projetos de inovação elegíveis

Como transformar atividades em projetos de inovação elegíveis: o que as empresas mais inovadoras fazem diferente 

Empresas que desejam ampliar seu portfólio de projetos de inovação podem começar identificando atividades rotineiras que envolvem pesquisa, experimentação, ajustes técnicos e desenvolvimento de soluções. Quando essas iniciativas ganham forma de projeto, com objetivos claros, documentação estruturada e registro de testes, tornam-se elegíveis como inovação e fortalecem tanto a competitividade quanto a possibilidade de acessar incentivos. Organizações mais inovadoras adotam processos internos para mapear oportunidades, registrar aprendizados e conectar áreas técnicas, financeira e de inovação, o que permite transformar esforços contínuos em resultados concretos e mensuráveis.

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erros na obtenção de benefícios fiscais para inovação

Os erros mais comuns que impedem empresas elegíveis de obter benefícios fiscais para inovação 

Empresas que investem em pesquisa, desenvolvimento e inovação frequentemente deixam de acessar benefícios fiscais disponíveis devido a falhas internas que comprometem a comprovação das atividades de P&D. Os erros mais comuns incluem a ausência de critérios claros para identificar projetos inovadores, documentação técnica insuficiente, controles financeiros que não vinculam despesas aos projetos, falta de integração entre áreas técnicas e fiscais, interpretações limitadas das exigências legais e governança pouco estruturada. Ao aprimorar processos, padronizar registros e fortalecer a coordenação interna, a organização aumenta sua capacidade de utilizar os incentivos com segurança e maximizar o retorno dos investimentos em inovação.

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Lei do Bem mobilizou R$296 bi

Lei do Bem mobilizou R$296 bi: o caminho para mais inovação no Brasil 

A Lei do Bem completa 20 anos com um balanço expressivo: cerca de R$ 296 bilhões mobilizados em projetos de inovação e tecnologia no Brasil, com forte crescimento nos últimos anos, tanto em volume investido quanto em número de empresas e projetos beneficiados. O incentivo apresenta alto efeito multiplicador, em que cada real de renúncia fiscal alavanca múltiplos reais em investimentos privados em PD&I, apoiando o desenvolvimento de milhares de produtos, serviços e processos inovadores. Mais do que explicar o mecanismo, o momento pede que as empresas utilizem esses dados para reposicionar suas estratégias de inovação, integrar o benefício ao planejamento tributário e explorar de forma mais intensa o potencial da Lei do Bem como motor de competitividade e transformação tecnológica.

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MCTI e Embrapii criam fast tracks

Lei do Bem: MCTI e Embrapii criam fast tracks para acelerar investimentos em inovação 

A nova parceria entre MCTI e Embrapii estabelece fast tracks que reduzem etapas e agilizam o reconhecimento técnico de projetos de inovação enquadrados na Lei do Bem. Com esse alinhamento, empresas passam a contar com um processo mais simples, previsível e integrado ao ecossistema de PD&I, fortalecendo o planejamento de investimentos e ampliando o potencial de uso dos incentivos fiscais.

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