Empresas podem utilizar FINEP e Lei do Bem de forma combinada, desde que respeitem as regras de cumulatividade e evitem dupla subvenção sobre a mesma despesa. A possibilidade depende da natureza do recurso, se reembolsável ou não, e da correta segregação contábil e documental dos dispêndios em PD&I.
Modelos de Gestão da Inovação: principais abordagens adotadas por empresas maduras
O artigo apresenta os principais modelos de gestão da inovação utilizados por empresas maduras, como stage-gate, inovação incremental, inovação aberta, modelo ambidestro e gestão por portfólio. O conteúdo explora como essas abordagens ajudam a estruturar processos, reduzir riscos e alinhar inovação à estratégia corporativa, com apoio de dados institucionais e benchmarks de mercado.
Principais erros na aplicação da Lei do Bem que aumentam o risco de autuação
A aplicação da Lei do Bem exige critérios técnicos claros, documentação consistente e atenção aos requisitos legais. Erros no enquadramento das atividades de PD&I, fragilidades documentais, falhas na apuração dos dispêndios e ausência de governança estão entre os principais fatores que elevam o risco de autuação em fiscalizações.
O que é split payment e como funciona esse modelo de pagamento
O split payment é um modelo de pagamento que divide automaticamente o valor de uma transação entre diferentes destinatários, incluindo empresas, plataformas e, potencialmente, o fisco. Cada vez mais presente nas discussões da Reforma Tributária, esse mecanismo busca aumentar a eficiência dos pagamentos e do recolhimento de tributos, exigindo adaptação tecnológica e planejamento por parte das empresas.
Como aplicar a Lei do Bem nas empresas
A Lei do Bem permite que empresas do Lucro Real obtenham incentivos fiscais ao investir em pesquisa, desenvolvimento e inovação. A aplicação envolve mapear projetos inovadores, classificar corretamente os dispêndios, manter documentação técnica e cumprir o envio anual de informações ao MCTI, garantindo conformidade e aproveitamento recorrente do benefício.
Quais são as principais mudanças da reforma tributária no Brasil
A reforma tributária brasileira redefine a tributação sobre o consumo ao substituir tributos atuais por um IVA dual, ampliar o aproveitamento de créditos, adotar a tributação no destino e estabelecer alíquotas mais uniformes, com uma transição gradual que exigirá adaptação das empresas nos próximos anos.
Redução do IRPJ e da CSLL com a Lei do Bem: entenda o impacto na sua carga tributária
A Lei do Bem possibilita a redução do IRPJ e da CSLL por meio da exclusão adicional de gastos com pesquisa, desenvolvimento e inovação. Aplicável a empresas do Lucro Real, o incentivo fiscal é amplamente utilizado no Brasil e contribui para diminuir a carga tributária, ampliar a capacidade de reinvestimento e sustentar estratégias empresariais baseadas em inovação tecnológica.
Dicas para otimizar o processo de captação de recursos via Lei do Bem
O texto apresenta orientações práticas para empresas que desejam otimizar a captação de recursos por meio da Lei do Bem, abordando critérios para identificação de projetos de PD&I, integração entre áreas, importância da documentação técnica e revisão contínua da estratégia de incentivos fiscais.
Quando a reforma tributária entra em vigor?
A reforma tributária brasileira entra em vigor de forma gradual, com testes em 2026, substituição parcial de tributos a partir de 2027 e consolidação do novo sistema em 2033. O cronograma prevê sete anos de transição para permitir adaptação das empresas ao novo modelo de tributação sobre o consumo.
Gestão de riscos na inovação: como inovar com segurança sem travar a empresa
A gestão de riscos na inovação permite que empresas desenvolvam novas soluções de forma estruturada e segura, integrando compliance, LGPD e governança desde as etapas iniciais. Essa abordagem reduz riscos regulatórios e operacionais, aumenta a previsibilidade dos projetos e sustenta a inovação no longo prazo.














