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inovações CES 2026

5 inovações da CES 2026 que já apontam para o futuro do trabalho 

A CES 2026 reforça o papel do evento como um termômetro das transformações que já começam a impactar o futuro do trabalho. As inovações apresentadas mostram a inteligência artificial integrada a dispositivos, infraestrutura e operações, com exemplos que vão de óculos inteligentes e computação otimizada para IA até uso de XR em treinamentos, robótica para apoio a tarefas físicas e sensores com edge AI para segurança e eficiência operacional. Mais do que tendências distantes, essas tecnologias indicam mudanças práticas que empresas devem avaliar entre 2026 e 2028, considerando produtividade, capacitação, redução de riscos e organização do trabalho em diferentes áreas.

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Programa Confia

Programa Confia poderá levar à Receita Federal as demandas das empresas na reforma tributária

O Programa Confia tende a atuar como um canal estruturado entre empresas e Receita Federal para consolidar demandas relacionadas à reforma tributária do consumo. Em meio à regulamentação do IBS e da CBS, o programa pode reunir dúvidas operacionais, riscos e pontos de atenção levantados pelas áreas de tax, contribuindo para maior previsibilidade, alinhamento interpretativo e padronização na aplicação do novo modelo tributário.

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Reforma Tributária em 2026

Reforma Tributária em 2026: como começam os testes de IBS e CBS e o que muda na nota fiscal 

Em 2026, a Reforma Tributária entra na sua fase mais prática, com testes do IVA dual por meio de IBS e CBS, incluindo mudanças nos documentos fiscais e um projeto piloto do Sistema de Apuração Assistida do IBS com 123 empresas selecionadas pelo CGIBS. Apesar de flexibilizações e janelas sem penalidades em determinados prazos, o ano tende a expor inconsistências de cadastros, parametrizações e fluxos de emissão e escrituração, o que torna 2026 um período recomendável para fortalecer governança de dados fiscais, testar processos de ponta a ponta e estruturar auditorias preventivas.

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políticas de P&D

Lições globais para o Brasil: como políticas de P&D podem reverter a retração em inovação energética 

A liderança global em patentes de energia limpa está associada a políticas de P&D consistentes, planejamento de longo prazo e integração entre inovação e estratégia industrial, como mostram os casos de China, Estados Unidos e Japão. Os dados de 2000 a 2024 indicam que o Brasil, apesar de alinhado às principais frentes tecnológicas da transição energética, perdeu ritmo após 2011 por dificuldades em sustentar políticas de inovação e incentivos à pesquisa aplicada. A comparação internacional sugere que o fortalecimento de políticas públicas de P&D, com maior previsibilidade e coordenação, pode contribuir para a retomada da inovação energética no país, conforme detalhado no short study.

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LC 224/2025

LC 224/2025: o que muda nos incentivos fiscais de PD&I e por que a Lei do Bem segue segura

A Lei Complementar nº 224/2025 reforça um cenário mais rigoroso para incentivos fiscais federais, com maior exigência de governança, metas, avaliação periódica e comprovação de impacto em projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), além de aplicar uma redução linear em parte dos benefícios. Para empresas com processos maduros, rastreabilidade e documentação consistente, a adaptação tende a ser mais previsível e segura. A Lei do Bem não foi afetada como instrumento de incentivo à inovação, e o foco prático passa a ser a qualidade da gestão técnica e do compliance para sustentar enquadramentos e auditorias.

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Auditoria preventiva da DIRBI

Auditoria preventiva da DIRBI: como revisar inconsistências antes de entregar e reduzir risco de autuação 

A auditoria preventiva da DIRBI é uma etapa essencial para revisar prazos, valores e classificação dos benefícios fiscais antes da entrega da declaração, reduzindo o risco de inconsistências que podem gerar multas, retificações e autuações. Ao conferir a aderência dos dados ao fechamento tributário, validar a consolidação entre matriz e filiais e manter evidências organizadas por período, a empresa aumenta a segurança das informações prestadas à Receita Federal e melhora o controle interno sobre os incentivos efetivamente usufruídos, especialmente em rotinas mensais com múltiplos benefícios e áreas envolvidas.

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queda das patentes brasileiras

O que explica a queda das patentes brasileiras em transição energética após 2011

Os dados de 2000 a 2024 mostram que o Brasil atingiu pico de patentes em transição energética em 2010–2011, com mais de 5 mil registros anuais, e passou a registrar queda contínua a partir de 2011. Essa inflexão pode ser associada à descontinuidade de investimento e previsibilidade em P&D energético, limitações institucionais para transformar pesquisa em propriedade intelectual e menor coordenação de políticas públicas de inovação, especialmente quando comparada aos países líderes. Apesar disso, o perfil setorial brasileiro segue alinhado às tendências globais, com concentração em energia elétrica, indústria e transporte, o que indica espaço para retomada mediante instrumentos de inovação mais consistentes, detalhados no short study.

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financiamento direto

 Financiamento direto: o que é, como funciona e quando vale a pena 

O financiamento direto é uma modalidade de crédito voltada a projetos de investimento de maior porte, na qual a empresa negocia diretamente com o financiador, como ocorre no apoio direto do BNDES. Esse modelo é mais comum em iniciativas como expansão industrial, aquisição de máquinas, infraestrutura, eficiência energética e inovação, oferecendo prazos mais longos e condições alinhadas ao ciclo do projeto. Para avaliar se vale a pena, é fundamental considerar o valor do investimento, o nível de organização financeira, a estrutura de garantias e a aderência do projeto aos critérios exigidos.

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Erros na DIRBI

Principais erros na DIRBI que podem gerar autuações e como evitá-los 

A DIRBI consolidou a obrigação de informar mensalmente os benefícios fiscais utilizados pelas empresas, mas erros recorrentes como perda de prazo, envio de valores incorretos, uso de anexos desatualizados, enquadramento inadequado de IRPJ e CSLL e ausência de retificação adequada têm aumentado o risco de multas e autuações. Esses problemas, em geral, não decorrem de complexidade técnica, e sim de falhas de processo, falta de conciliação entre apurações e acompanhamento insuficiente das mudanças normativas. Ao estruturar a DIRBI como parte da governança tributária, com controle de prazos, critérios claros de apuração e revisão periódica dos benefícios declarados, as empresas conseguem reduzir significativamente a exposição a penalidades e inconsistências fiscais.

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consultoria em Lei de Informática

Consultoria em Lei de Informática: quando faz sentido e como escolher, critérios, custos e riscos 

A consultoria em Lei de Informática costuma fazer sentido para empresas de TIC que operam com PPB e lidam com volumes relevantes de faturamento incentivado, exigências regulatórias e investimentos obrigatórios em PD&I, que devem corresponder a no mínimo 4% da receita bruta dos produtos beneficiados. Considerando que o regime movimenta cerca de R$ 6 bilhões por ano em incentivos e envolve mais de 600 empresas no Brasil, a gestão adequada do crédito financeiro, da documentação técnica e das obrigações junto ao MCTI se torna um fator importante para reduzir riscos de glosa, atrasos e inconsistências. A escolha da consultoria deve levar em conta experiência prática, metodologia clara, capacidade de estruturar processos internos e transparência quanto a custos e limites legais, já que o principal desafio da Lei de Informática está menos no acesso ao benefício e mais na conformidade e na qualidade das evidências apresentadas.

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