A reforma tributária cria um novo sistema de tributação sobre o consumo baseado no IBS e na CBS e estabelece regimes diferenciados para o agronegócio. Um dos elementos centrais desse modelo é a finalidade econômica das operações, que passa a influenciar a aplicação de alíquotas reduzidas para determinados produtos e insumos agrícolas. Em um setor que representa cerca de 24% do PIB brasileiro e quase metade das exportações do país, a nova lógica tributária tende a exigir maior rastreabilidade das operações e adaptação das empresas às regras do novo sistema.
Empresas devem antecipar estratégias de inovação por causa da reforma tributária?
A reforma tributária brasileira altera a lógica de tributação sobre consumo e pode influenciar decisões estratégicas nas empresas. Mudanças na não cumulatividade, na estrutura de créditos e na organização das cadeias produtivas tendem a exigir adaptação tecnológica e revisão de processos operacionais. Dados sobre inovação empresarial e incentivos fiscais, como a Lei do Bem, indicam que estratégias de digitalização e gestão da inovação podem ajudar organizações a se adaptar ao novo ambiente regulatório e melhorar eficiência operacional durante o período de transição do novo sistema tributário.
Quais produtos estão na lista do “imposto do pecado” da Reforma Tributária
A Reforma Tributária criou o Imposto Seletivo, conhecido como imposto do pecado, que incide sobre produtos prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como cigarros, bebidas alcoólicas e bebidas açucaradas. Com base em dados de saúde pública e impactos ambientais, o tributo busca desestimular o consumo e poderá afetar preços, margens empresariais e estratégias de mercado, dependendo da regulamentação.
Lei do Bem retroativa: é possível recuperar incentivos fiscais de anos anteriores?
A Lei do Bem permite incentivos fiscais para empresas que investem em inovação tecnológica, mas muitas deixam de utilizá-la no exercício correto. Este artigo explica se é possível revisar anos anteriores, quais são os requisitos legais, o prazo de cinco anos para recuperação de tributos e os cuidados necessários na retificação fiscal.
BNDES Mais Inovação: como São Paulo lidera o crédito à inovação no Brasil
Entre 2023 e 2025, o programa BNDES Mais Inovação liberou mais de R$ 21 bilhões em 4.653 operações, com forte concentração no Sul e Sudeste. São Paulo lidera em valor financiado e presença nas missões estratégicas, enquanto estados como Paraná, Rio Grande do Sul e Amazonas se destacam em ticket médio por operação. O estudo analisa como o crédito à inovação está distribuído no Brasil e quais padrões regionais emergem desse cenário.
Gestão da inovação aplicada à Lei do Bem: medos e limitações que reduzem resultados
A Lei do Bem é um instrumento fiscal relevante para incentivar investimentos em pesquisa e inovação no Brasil, com mais de 4,2 mil empresas participantes e R$ 51,6 bi em PD&I no ano-base 2024, mas o pleno aproveitamento depende da gestão interna, documentação técnica e integração tributária, superando medos e limitações organizacionais.
Dores da Gestão da Inovação nas empresas: desafios estruturais e dados de contexto
A aplicação da Lei do Bem em grupos empresariais exige organização entre matriz e filiais, com segregação contábil, contratos intercompany adequados, definição de titularidade e governança técnica consistente. Quando bem estruturada, a inovação no grupo permite ampliar o aproveitamento do incentivo fiscal para P&D e reduzir riscos tributários.
Lei do Bem em grupos empresariais: como estruturar inovação entre matriz e filiais
A aplicação da Lei do Bem em grupos empresariais exige organização entre matriz e filiais, com segregação contábil, contratos intercompany adequados, definição de titularidade e governança técnica consistente. Quando bem estruturada, a inovação no grupo permite ampliar o aproveitamento do incentivo fiscal para P&D e reduzir riscos tributários.
DeRE na reforma tributária: manuais e leiautes da RFB e os impactos para as empresas
A Receita Federal publicou os manuais e leiautes da DeRE, nova obrigação acessória da reforma tributária vinculada à CBS e ao IBS. O artigo explica o papel da DeRE no contexto do IVA dual, apresenta dados sobre complexidade tributária no Brasil e detalha os impactos operacionais e sistêmicos para as empresas durante o período de transição.
Reforma tributária e logística empresarial: empresas devem rever CEP, CDs e fornecedores
A reforma tributária altera a lógica de tributação ao adotar o princípio do destino e reduzir a influência da guerra fiscal. Com isso, empresas precisam reavaliar CEP, centros de distribuição e fornecedores, priorizando eficiência logística, custo total e planejamento integrado durante a transição para o novo modelo.















