A Receita Federal tem ampliado a simplificação do Imposto de Renda por meio da digitalização e do uso intensivo de dados, com destaque para a declaração pré-preenchida e o cruzamento automatizado de informações. Esse movimento tende a evoluir com maior integração de sistemas e uso de inteligência artificial, reduzindo a complexidade para contribuintes e aumentando a eficiência da fiscalização.
Reformulação do artigo 19-A e sua relação com a Lei do Bem: impactos e contexto de mercado
A reformulação do artigo 19-A amplia o alcance da Lei do Bem ao fortalecer a colaboração com ICTs, integrar incentivos fiscais a políticas de fomento e reduzir barreiras operacionais. O novo cenário tende a aumentar a adesão das empresas e melhorar a eficiência dos investimentos em inovação, ao mesmo tempo em que exige maior organização e estratégia na gestão de projetos de P&D.
Confaz publica novos ajustes Sinief: impactos práticos e o que muda para as empresas
O Confaz publicou novos ajustes Sinief que atualizam regras de documentos fiscais eletrônicos, como NF-e, CT-e e MDF-e. As mudanças aumentam o controle fiscal, reduzem a flexibilidade de correções e ampliam a digitalização, impactando diretamente operações logísticas, varejo e indústria, além de exigir maior governança e uso de tecnologia nas empresas.
Royalties entre empresas do mesmo grupo sem participação societária: critérios de dedutibilidade segundo o Carf
O artigo analisa a decisão do Carf sobre a dedutibilidade de royalties pagos a empresas do mesmo grupo sem participação societária direta, destacando critérios como substância econômica, alinhamento com preços de transferência e impactos práticos para empresas em um cenário de maior rigor regulatório.
A pegadinha da alíquota “zero” que não é mais zero de PIS e COFINS em 2026
Apesar de manter a alíquota nominal zerada, as mudanças no PIS e COFINS em 2026 reduzem o aproveitamento de créditos e aumentam a carga tributária efetiva. Isso pressiona margens, altera a dinâmica competitiva e exige revisão estratégica das empresas para evitar perdas financeiras.
CGSN define prazos para opção pelo Simples Nacional e pelos regimes de IBS e CBS em 2027
O CGSN definiu os prazos para que empresas escolham entre o Simples Nacional e os regimes de IBS e CBS a partir de 2027, dentro do contexto da reforma tributária. A decisão passa a exigir análise estratégica, considerando margens, cadeia produtiva e uso de créditos tributários. Empresas que se anteciparem com simulações e planejamento tendem a reduzir riscos e manter competitividade no novo cenário fiscal.
Emissão de notas fiscais com IBS e CBS avança na fase de testes
A emissão de notas fiscais com IBS e CBS avança na fase de testes, marcando uma etapa importante da reforma tributária brasileira. A mudança impacta sistemas fiscais, processos internos e a competitividade das empresas, além de impulsionar o mercado de tecnologia fiscal. A preparação antecipada tende a reduzir riscos e facilitar a adaptação ao novo modelo tributário.
Receita Federal atualiza o PGD DCTF: o que muda e como isso impacta a gestão fiscal das empresas
A nova versão do PGD DCTF amplia validações, integra sistemas e aumenta o rigor fiscal. O conteúdo explica as mudanças, impactos para empresas e como o cenário reforça a necessidade de governança e controle tributário.
NFC-e para CNPJ: o que mudou após a revogação da regra e quais cuidados fiscais permanecem
A tentativa de proibir a emissão de NFC-e para CNPJ foi revogada em 2026, mas o tema continua relevante para empresas. O cenário atual exige maior atenção à escolha do documento fiscal, revisão de processos e adaptação a um ambiente de controle tributário mais rigoroso. Negócios que atuam com operações híbridas ou alto volume de vendas precisam estruturar seus sistemas e rotinas para evitar inconsistências e acompanhar a evolução das regras fiscais.
Documentação da Lei do Bem: o que é exigido pelo MCTI e por que isso impacta sua estratégia de inovação
A documentação da Lei do Bem é o principal fator para validação dos incentivos fiscais pelo MCTI. O processo exige integração entre dados técnicos, financeiros e evidências de inovação. Apesar do potencial de dedução de até 34%, poucas empresas utilizam o benefício de forma eficiente, principalmente por falhas na documentação. Estruturar esse processo de forma contínua transforma uma obrigação fiscal em vantagem competitiva.















