A Lei do Bem é um dos principais incentivos fiscais à inovação no Brasil, permitindo a dedução de despesas com pesquisa, desenvolvimento e inovação no IRPJ e na CSLL. Voltada a empresas no Lucro Real, a política reduz o custo da inovação, sustenta investimentos de médio e longo prazo e permanece estratégica em um cenário de transformação tecnológica e maior competição.
Por que a reforma tributária é importante e quais seus impactos na economia
A reforma tributária é importante porque enfrenta a complexidade do sistema tributário brasileiro, reduz custos de conformidade, melhora a segurança jurídica e cria um ambiente mais favorável ao investimento e ao crescimento econômico. Ao simplificar regras e tornar a tributação mais transparente, a proposta pode gerar efeitos positivos duradouros para empresas, consumidores e o desenvolvimento do país.
Inovação e ESG com Lei do Bem: como projetos sustentáveis podem gerar benefício fiscal
Projetos ESG podem atender aos critérios de inovação exigidos pela Lei do Bem quando envolvem desenvolvimento técnico e incertezas. Ao estruturar corretamente iniciativas sustentáveis como projetos de P&D, empresas conseguem acessar benefícios fiscais, reduzir custos e integrar de forma mais consistente inovação, sustentabilidade e estratégia corporativa.
Tecnologia aplicada ao Tax: como empresas estão usando dados e automação para ganhar eficiência fiscal
A tecnologia aplicada ao Tax tem permitido que empresas integrem dados fiscais, automatizem processos e utilizem analytics para ganhar eficiência e controle tributário. Com maior governança e redução de erros, a área fiscal passa a atuar de forma mais estruturada e alinhada ao ambiente regulatório digital.
Reforma Tributária e cadeia logística: impactos no custo de distribuição e centros de operação
A Reforma Tributária modifica a tributação sobre o consumo e reduz a influência de incentivos fiscais regionais. Essas mudanças impactam o custo de distribuição e levam empresas a reavaliar a localização de centros de operação, com maior foco em eficiência logística, proximidade do mercado consumidor e melhor gestão de créditos tributários.
O que conta e o que não conta como inovação para a Lei do Bem
A Lei do Bem considera inovação tecnológica o desenvolvimento ou aprimoramento de produtos e processos com avanço técnico mensurável e presença de incerteza tecnológica. Projetos de pesquisa aplicada e desenvolvimento experimental costumam ser elegíveis, enquanto atividades rotineiras, aquisições sem desenvolvimento e adaptações simples geralmente não se enquadram.
Inovação orientada a dados: como construir uma estratégia data-driven que gere oportunidades reais de crescimento
A inovação orientada a dados permite que empresas alinhem decisões, inovação e crescimento a partir de informações confiáveis e análises estruturadas. Ao adotar uma estratégia data-driven, organizações reduzem incertezas, aumentam eficiência e criam oportunidades de crescimento mais consistentes, desde que combinem tecnologia, governança e cultura organizacional.
Benefícios da Lei do Bem para o setor agro: por que o incentivo acelera competitividade e tecnologia no campo
A Lei do Bem permite que empresas do agronegócio deduzam gastos com inovação tecnológica, reduzindo o custo de projetos de P&D. O incentivo favorece a adoção de tecnologias no campo, melhora a eficiência produtiva, apoia iniciativas ligadas à sustentabilidade e contribui para o fortalecimento da competitividade em mercados cada vez mais exigentes.
Plano de transição tributária: como líderes de Tax devem conduzir o projeto interno nos próximos 24 meses
O plano de transição tributária exige que líderes de Tax atuem de forma estratégica, coordenando diagnóstico, governança, pessoas e tecnologia ao longo dos próximos 24 meses. Com convivência de regimes e aumento da complexidade operacional, a antecipação e o método tornam-se fatores centrais para reduzir riscos e garantir adaptação consistente à reforma tributária.
Reforma Tributária e o novo papel da tecnologia fiscal
A Reforma Tributária redefine a relação entre tributação e tecnologia no Brasil. Com novos tributos sobre o consumo e maior uso de dados pelo fisco, a área Tax precisa exigir ERPs mais flexíveis e sistemas fiscais integrados, capazes de garantir apuração correta, controle de créditos e gestão de riscos em um ambiente regulatório em transição.















