O artigo explica o que é bioeconomia, como ela se organiza em três segmentos (primário, industrial e de conhecimento) e qual o caminho técnico e jurídico para transformar recursos biológicos em patentes no Brasil. Aborda o potencial brasileiro, que abriga 20% das espécies do planeta mas ainda converte pouco esse ativo em propriedade intelectual, e discute os riscos da biopirataria com casos concretos como o cupuaçu. Fecha com o papel do P&D, da Lei do Bem e dos fomentos públicos como alavancas para o Brasil avançar nas camadas de maior valor da cadeia bioeconomica.
AgTech 2026: as tecnologias que estão redefinindo a produtividade no campo
As AgTechs entram em 2026 como parte central da modernização do agronegócio. Inteligência artificial, agricultura preditiva, automação agrícola, drones, conectividade rural e biotecnologia estão ampliando eficiência operacional, reduzindo desperdícios e aumentando previsibilidade no campo. O setor passa a operar cada vez mais orientado por dados, sustentabilidade e integração tecnológica.
5 sinais da IA como infraestrutura estratégica em 2026
A Inteligência Artificial deixou de ser apenas uma tecnologia experimental e passou a ocupar posição estrutural dentro das empresas em 2026. O crescimento dos investimentos globais, a corrida por infraestrutura computacional, a pressão regulatória e os ganhos concretos de produtividade mostram que a IA já influencia operação, governança e competitividade corporativa em escala global.
Como funciona o Corporate Venture Capital no Brasil: O novo motor da inovação corporativa
Um guia completo sobre Corporate Venture Capital (CVC): como grandes empresas estão investindo em startups no Brasil para acelerar a inovação e ganhar vantagem competitiva.
Como preencher a DIRBI 2026 Lei do Bem: guia para declarar incentivos fiscais sem erros
Um guia completo e prático sobre como declarar os incentivos fiscais da Lei do Bem na DIRBI 2026, evitando erros comuns e multas pesadas da Receita Federal.
Como Startups Podem Liderar a Reforma Tributária com Estratégia, Inovação e Incentivos da Lei do Bem
Por Paolla Braga A Reforma Tributária brasileira marca um dos movimentos mais relevantes das últimas décadas para o ambiente empresarial. A busca por simplificação, transparência e redução da complexidade fiscal tende a alterar profundamente a forma como as empresas operam, estruturam…
Reforma Tributária e Lei do Bem em 2026: o que muda no cálculo e onde estão os riscos de conformidade
A Lei do Bem sobreviveu à Reforma Tributária, mas não saiu ilesa. Em 2026, empresas que investem em P&D enfrentam três frentes de atenção simultâneas: o fim progressivo do benefício de IPI na compra de equipamentos, o corte linear de 10% da LC 224/2025 sobre incentivos fiscais e as novas obrigações acessórias de CBS e IBS que, se descumpridas, podem comprometer a regularidade fiscal exigida para usar o benefício. Este artigo mapeia cada um desses riscos e orienta o que fazer agora.
Lei do Bem para empresas de software: quais são os limites de dedução?
Empresas de software têm um perfil de investimento que se encaixa com precisão na Lei do Bem: a maior parte dos custos está concentrada em pessoas e no desenvolvimento de produtos tecnológicos. Apesar disso, o setor ainda subutiliza o benefício, em…
Decreto 12.955/26: o que muda com o ressarcimento do IBS na reforma tributária
Com a publicação do Decreto nº 12.955/26, o governo federal avançou na regulamentação da reforma tributária ao estabelecer as regras para o ressarcimento de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). O texto define prazos, condições e procedimentos que afetam diretamente o fluxo de caixa e o planejamento tributário de empresas dos mais variados setores.
Regulação das redes: o risco de tratar como detalhe jurídico
O avanço da regulação digital no Brasil, impulsionado pelo ECA Digital, LGPD mais rigorosa e projetos de lei sobre IA e fake news, está mudando a forma como empresas desenvolvem tecnologia. O texto defende que conformidade deixou de ser apenas uma questão jurídica ou documental e passou a impactar diretamente a arquitetura das plataformas, exigindo sistemas mais auditáveis, transparentes e seguros. Para CIOs e CTOs, isso significa incorporar requisitos regulatórios desde a concepção dos produtos, revisando fluxos de dados, mecanismos de moderação, decisões automatizadas e governança tecnológica para reduzir riscos, retrabalho e perda de confiança.















