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quais projetos entram na Lei do Bem

Quais projetos entram na Lei do Bem 

Projetos enquadráveis na Lei do Bem, em geral, são aqueles de pesquisa tecnológica e desenvolvimento experimental com risco tecnológico, voltados à criação de novos produtos ou processos, ou ao aprimoramento com ganho técnico mensurável, como define a própria lei. Já mudanças rotineiras, ajustes de engenharia sem incerteza técnica, atividades comerciais e pesquisas de mercado costumam ficar fora. Um checklist baseado em novidade técnica, experimentação, risco e evidências ajuda a separar o que tende a ser P&D elegível do que é melhoria operacional ou implantação.

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incentivo fiscal ou planejamento tributário

Incentivo fiscal ou planejamento tributário: qual é melhor para minha indústria? 

Incentivos fiscais e planejamento tributário são estratégias distintas para reduzir a carga tributária na indústria, com impactos diferentes em caixa, risco e governança. Incentivos fiscais tendem a gerar economias mais previsíveis quando a empresa cumpre requisitos legais e mantém controles adequados, com reduções que podem variar de 5% a 20% sobre IRPJ e CSLL em casos como a Lei do Bem. Já o planejamento tributário costuma gerar ganhos recorrentes entre 2% e 8% da carga total ao corrigir ineficiências operacionais e estruturais, mas exige atenção aos limites legais para evitar contingências. Em um cenário de transição da Reforma Tributária a partir de 2026, a decisão mais eficiente para a indústria costuma ser a combinação das duas abordagens, priorizando previsibilidade, redução de risco e alinhamento com processos e sistemas.

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Transição energética no Brasil

O paradoxo da transição energética no Brasil

O Brasil apresenta um paradoxo na transição energética, ao combinar uma matriz elétrica historicamente limpa com uma participação reduzida no registro de patentes de energia limpa. Entre 2000 e 2024, o país acumulou cerca de 70 mil patentes, apenas 0,8% do total mundial, com pico em 2010–2011 e queda contínua nos anos seguintes. Apesar de manter alinhamento setorial às tendências globais, com foco em energia elétrica, indústria e transporte, o ritmo limitado de inovação evidencia desafios estruturais na política de P&D e na sustentação de estratégias tecnológicas de longo prazo.

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Reforma Tributária e tecnologia

Reforma Tributária e Tecnologia: por que ERPs, dados e automação se tornam pautas prioritárias 

A Reforma Tributária transforma tecnologia em prioridade estratégica porque CBS e IBS dependem de dados consistentes, sistemas integrados e automação para emissão de documentos fiscais, apuração e crédito, especialmente a partir de 2026, quando começa o destaque desses tributos nos DF-e e a convivência entre regimes. Para o C-level, o tema deixa de ser operacional e passa a envolver continuidade do faturamento, governança de dados e redução de riscos, colocando ERP e automação no centro das decisões executivas.

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Políticas de inovação

China, Estados Unidos e Japão: como políticas de inovação moldaram a liderança em patentes de energia limpa 

China, Estados Unidos e Japão lideram as patentes de energia limpa porque estruturaram políticas de inovação consistentes, com planejamento de longo prazo, financiamento contínuo de P&D e incentivo ao registro de propriedade intelectual. Os dados históricos de 2000 a 2024 mostram que a liderança chinesa resultou de uma expansão acelerada a partir de meados dos anos 2000, enquanto Estados Unidos e Japão mantiveram posições relevantes com ecossistemas de inovação consolidados e foco em eficiência e diversidade tecnológica. A comparação entre esses países revela aprendizados replicáveis para outras economias, inclusive o Brasil, que aparece com menor participação e ritmo mais instável de registros.

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indicadores de inovação

Indicadores de inovação: como medir resultados e provar o valor dos projetos de inovação 

Indicadores de inovação são fundamentais para acompanhar a evolução dos projetos, orientar decisões e demonstrar valor para o negócio de forma consistente. Ao estruturar métricas que vão além de resultados financeiros imediatos, combinando indicadores de insumo, fluxo do funil, adoção e impacto, as empresas conseguem lidar melhor com incertezas e diferentes horizontes de retorno. Com um painel enxuto, baseline bem definido e uso dos dados na governança, a mensuração da inovação deixa de ser subjetiva e passa a apoiar a priorização de iniciativas e a alocação de investimentos ao longo do tempo.

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tecnologias habilitadoras da transição energética

Tecnologias habilitadoras da transição energética: o que são e por que elas definem o futuro da descarbonização 

Tecnologias habilitadoras da transição energética são inovações que permitem reduzir emissões em escala ao transformar sistemas de energia e produção, e por isso são fundamentais para a descarbonização e para a transição energética global. Os dados de patentes entre 2000 e 2024 mostram crescimento consistente dessas tecnologias e indicam que a maior parte dos registros se concentra no setor de energia elétrica, seguido por indústria e transporte, refletindo o papel da eletrificação, da eficiência industrial e da mobilidade de baixo carbono. A distribuição setorial também ajuda a comparar estratégias de inovação entre países e a preparar análises mais aprofundadas sobre liderança tecnológica e prioridades de P&D, como as detalhadas no short study.

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inovação incremental vs inovação disruptiva

Inovação incremental vs. inovação disruptiva: qual faz mais sentido para sua empresa? 

O debate entre inovação incremental e inovação disruptiva deve considerar objetivos estratégicos, capacidade de execução e nível de risco da empresa. Enquanto a inovação incremental responde pela maior parte dos resultados gerados por inovação, ao focar melhorias contínuas em produtos, processos e serviços, a inovação disruptiva assume um papel complementar ao explorar novas oportunidades em cenários de maior incerteza. Dados de mercado mostram que empresas mais maduras adotam uma lógica de portfólio, concentrando a maior parte dos recursos no core do negócio e mantendo uma parcela menor em iniciativas transformacionais. Essa combinação tende a gerar eficiência no curto prazo e sustentação do crescimento no longo prazo.

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PER/DCOMP e inovação

PER/DCOMP e inovação: como a digitalização transforma a gestão de créditos tributários

A relação entre PER/DCOMP e inovação está ligada à forma como empresas estruturam dados, processos e controles para pedidos de restituição, ressarcimento e compensação. Com a consolidação do PER/DCOMP Web e a digitalização do relacionamento com a Receita Federal, a gestão de créditos tributários passa a exigir organização, automação e governança, conectando conformidade fiscal, eficiência operacional e tomada de decisão baseada em informações confiáveis.

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Elegibilidade e compliance

Checklist de elegibilidade e compliance: o que sua empresa precisa ter pronto

Um checklist de elegibilidade e compliance organiza documentos, processos e responsabilidades que garantem que a empresa esteja preparada para iniciar projetos com consultorias especializadas. Ao estruturar informações cadastrais, regularidade fiscal, qualidade das bases contábeis, documentação técnica, fluxos internos e objetivos estratégicos, a organização reduz retrabalho, agiliza diagnósticos e aumenta a precisão das análises, criando um ambiente mais seguro e eficiente para aproveitar incentivos, melhorar governança e implementar soluções tributárias.

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