O texto apresenta orientações práticas para empresas que desejam otimizar a captação de recursos por meio da Lei do Bem, abordando critérios para identificação de projetos de PD&I, integração entre áreas, importância da documentação técnica e revisão contínua da estratégia de incentivos fiscais.
Quando a reforma tributária entra em vigor?
A reforma tributária brasileira entra em vigor de forma gradual, com testes em 2026, substituição parcial de tributos a partir de 2027 e consolidação do novo sistema em 2033. O cronograma prevê sete anos de transição para permitir adaptação das empresas ao novo modelo de tributação sobre o consumo.
Gestão de riscos na inovação: como inovar com segurança sem travar a empresa
A gestão de riscos na inovação permite que empresas desenvolvam novas soluções de forma estruturada e segura, integrando compliance, LGPD e governança desde as etapas iniciais. Essa abordagem reduz riscos regulatórios e operacionais, aumenta a previsibilidade dos projetos e sustenta a inovação no longo prazo.
Lei do Bem e incentivo fiscal, como funciona e por que segue relevante para empresas inovadoras
A Lei do Bem é um dos principais incentivos fiscais à inovação no Brasil, permitindo a dedução de despesas com pesquisa, desenvolvimento e inovação no IRPJ e na CSLL. Voltada a empresas no Lucro Real, a política reduz o custo da inovação, sustenta investimentos de médio e longo prazo e permanece estratégica em um cenário de transformação tecnológica e maior competição.
Por que a reforma tributária é importante e quais seus impactos na economia
A reforma tributária é importante porque enfrenta a complexidade do sistema tributário brasileiro, reduz custos de conformidade, melhora a segurança jurídica e cria um ambiente mais favorável ao investimento e ao crescimento econômico. Ao simplificar regras e tornar a tributação mais transparente, a proposta pode gerar efeitos positivos duradouros para empresas, consumidores e o desenvolvimento do país.
Inovação e ESG com Lei do Bem: como projetos sustentáveis podem gerar benefício fiscal
Projetos ESG podem atender aos critérios de inovação exigidos pela Lei do Bem quando envolvem desenvolvimento técnico e incertezas. Ao estruturar corretamente iniciativas sustentáveis como projetos de P&D, empresas conseguem acessar benefícios fiscais, reduzir custos e integrar de forma mais consistente inovação, sustentabilidade e estratégia corporativa.
Tecnologia aplicada ao Tax: como empresas estão usando dados e automação para ganhar eficiência fiscal
A tecnologia aplicada ao Tax tem permitido que empresas integrem dados fiscais, automatizem processos e utilizem analytics para ganhar eficiência e controle tributário. Com maior governança e redução de erros, a área fiscal passa a atuar de forma mais estruturada e alinhada ao ambiente regulatório digital.
Reforma Tributária e cadeia logística: impactos no custo de distribuição e centros de operação
A Reforma Tributária modifica a tributação sobre o consumo e reduz a influência de incentivos fiscais regionais. Essas mudanças impactam o custo de distribuição e levam empresas a reavaliar a localização de centros de operação, com maior foco em eficiência logística, proximidade do mercado consumidor e melhor gestão de créditos tributários.
O que conta e o que não conta como inovação para a Lei do Bem
A Lei do Bem considera inovação tecnológica o desenvolvimento ou aprimoramento de produtos e processos com avanço técnico mensurável e presença de incerteza tecnológica. Projetos de pesquisa aplicada e desenvolvimento experimental costumam ser elegíveis, enquanto atividades rotineiras, aquisições sem desenvolvimento e adaptações simples geralmente não se enquadram.
Inovação orientada a dados: como construir uma estratégia data-driven que gere oportunidades reais de crescimento
A inovação orientada a dados permite que empresas alinhem decisões, inovação e crescimento a partir de informações confiáveis e análises estruturadas. Ao adotar uma estratégia data-driven, organizações reduzem incertezas, aumentam eficiência e criam oportunidades de crescimento mais consistentes, desde que combinem tecnologia, governança e cultura organizacional.















