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tendências globais de incentivos fiscais

Tendências globais de incentivos fiscais e o posicionamento do Brasil 

Incentivos fiscais à inovação têm se consolidado como ferramenta central de política econômica em diversos países. Enquanto economias desenvolvidas ampliam e sofisticam esses mecanismos, o Brasil apresenta avanços com a Lei do Bem, mas ainda enfrenta desafios de acesso, escala e previsibilidade, com impacto direto na competitividade empresarial.

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inovação incremental

O papel da inovação incremental na geração de benefícios fiscais 

A inovação incremental, baseada em melhorias contínuas de processos e produtos, representa a maior parte das atividades de inovação nas empresas brasileiras. Quando bem estruturada, permite acesso a benefícios fiscais relevantes, como a Lei do Bem, contribuindo para redução da carga tributária, aumento da produtividade e melhor alocação de recursos em tecnologia.

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atividades PD&I

Atividades de PD&I: o que são, exemplos práticos e impacto nas empresas 

As atividades de PD&I envolvem pesquisa, desenvolvimento e inovação aplicados à criação e melhoria de produtos, processos e serviços. Com impacto direto na competitividade, essas iniciativas têm ganhado espaço nas empresas brasileiras, impulsionadas por avanços tecnológicos, pressão por eficiência e incentivos como a Lei do Bem.

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Imposto de Renda 2026

Imposto de Renda 2026: regras, obrigatoriedade e como se preparar com mais precisão 

O Imposto de Renda 2026 exige que contribuintes informem rendimentos, despesas e patrimônio referentes a 2025, seguindo critérios de renda e movimentação financeira definidos pela Receita Federal. Com mais de 40 milhões de declarações anuais e forte digitalização do cruzamento de dados, a organização das informações se tornou essencial para evitar inconsistências e multas. O aumento de investidores e a complexidade das operações financeiras reforçam a importância de planejamento e, em alguns casos, apoio especializado para garantir precisão na declaração.

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inovação aberta

Inovação aberta: o que é, como funciona e por que esse modelo cresce nas empresas 

A inovação aberta é um modelo de desenvolvimento tecnológico em que empresas combinam conhecimento interno com ideias, tecnologias e parcerias externas. Ao colaborar com startups, universidades e centros de pesquisa, organizações conseguem acelerar o desenvolvimento de soluções, reduzir custos de inovação e acompanhar transformações tecnológicas. No Brasil, o crescimento do ecossistema de startups e o avanço da digitalização têm impulsionado a adoção desse modelo em diferentes setores da economia.

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Estratégia nacional de transição energética 

Estratégia nacional de transição energética como prioridade nacional: por que inovação e patentes precisam entrar no centro

A estratégia nacional de transição energética depende de inovação e capacidade tecnológica, e os dados de patentes entre 2000 e 2024 mostram forte concentração global em poucos líderes, com destaque para China, Estados Unidos e Japão. O Brasil aparece com participação menor, cerca de 70 mil patentes e 0,8% do total mundial, além de queda contínua de registros após o pico de 2010–2011, apesar de manter alinhamento setorial em energia elétrica, indústria e transporte. Tratar a transição energética como prioridade nacional implica fortalecer políticas de P&D, incentivos à inovação e estruturas de propriedade intelectual, e o short study reúne os dados e gráficos que apoiam essa discussão com base comparável.

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políticas de P&D

Lições globais para o Brasil: como políticas de P&D podem reverter a retração em inovação energética 

A liderança global em patentes de energia limpa está associada a políticas de P&D consistentes, planejamento de longo prazo e integração entre inovação e estratégia industrial, como mostram os casos de China, Estados Unidos e Japão. Os dados de 2000 a 2024 indicam que o Brasil, apesar de alinhado às principais frentes tecnológicas da transição energética, perdeu ritmo após 2011 por dificuldades em sustentar políticas de inovação e incentivos à pesquisa aplicada. A comparação internacional sugere que o fortalecimento de políticas públicas de P&D, com maior previsibilidade e coordenação, pode contribuir para a retomada da inovação energética no país, conforme detalhado no short study.

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queda das patentes brasileiras

O que explica a queda das patentes brasileiras em transição energética após 2011

Os dados de 2000 a 2024 mostram que o Brasil atingiu pico de patentes em transição energética em 2010–2011, com mais de 5 mil registros anuais, e passou a registrar queda contínua a partir de 2011. Essa inflexão pode ser associada à descontinuidade de investimento e previsibilidade em P&D energético, limitações institucionais para transformar pesquisa em propriedade intelectual e menor coordenação de políticas públicas de inovação, especialmente quando comparada aos países líderes. Apesar disso, o perfil setorial brasileiro segue alinhado às tendências globais, com concentração em energia elétrica, indústria e transporte, o que indica espaço para retomada mediante instrumentos de inovação mais consistentes, detalhados no short study.

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financiamento direto

 Financiamento direto: o que é, como funciona e quando vale a pena 

O financiamento direto é uma modalidade de crédito voltada a projetos de investimento de maior porte, na qual a empresa negocia diretamente com o financiador, como ocorre no apoio direto do BNDES. Esse modelo é mais comum em iniciativas como expansão industrial, aquisição de máquinas, infraestrutura, eficiência energética e inovação, oferecendo prazos mais longos e condições alinhadas ao ciclo do projeto. Para avaliar se vale a pena, é fundamental considerar o valor do investimento, o nível de organização financeira, a estrutura de garantias e a aderência do projeto aos critérios exigidos.

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onde o Brasil ainda inova?

Onde o Brasil ainda inova? Análise setorial das patentes em energia, indústria e transporte 

A análise setorial das patentes mostra que, apesar da queda no volume total de registros, o Brasil mantém inovação concentrada em energia elétrica, indústria e transporte, os mesmos setores centrais da transição energética global. Entre 2000 e 2024, a maior parte das patentes brasileiras esteve ligada ao setor elétrico, seguida por aplicações industriais e de transporte sustentável, indicando alinhamento tecnológico com os países líderes. O desafio está menos na escolha dos setores e mais na escala e na continuidade do esforço inovador, um ponto detalhado no short study com dados comparativos e evolução histórica.

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