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Como transformar atividades em projetos de inovação elegíveis

Como transformar atividades em projetos de inovação elegíveis: o que as empresas mais inovadoras fazem diferente 

Empresas que desejam ampliar seu portfólio de projetos de inovação podem começar identificando atividades rotineiras que envolvem pesquisa, experimentação, ajustes técnicos e desenvolvimento de soluções. Quando essas iniciativas ganham forma de projeto, com objetivos claros, documentação estruturada e registro de testes, tornam-se elegíveis como inovação e fortalecem tanto a competitividade quanto a possibilidade de acessar incentivos. Organizações mais inovadoras adotam processos internos para mapear oportunidades, registrar aprendizados e conectar áreas técnicas, financeira e de inovação, o que permite transformar esforços contínuos em resultados concretos e mensuráveis.

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cultura de inovação nas empresas

Cultura de inovação nas empresas: como desenvolver times preparados para inovar de forma contínua 

A cultura de inovação nas empresas está diretamente relacionada à capacidade de formar times preparados para aprender, testar e evoluir de forma contínua. Mais do que iniciativas pontuais ou investimentos em tecnologia, inovar exige liderança consistente, métodos acessíveis, rituais de decisão e um ambiente que valorize segurança psicológica e capacitação prática. Ao alinhar pessoas, processos e métricas, as organizações criam condições para transformar inovação em parte da rotina, conectando melhoria contínua aos objetivos estratégicos do negócio.

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erros na obtenção de benefícios fiscais para inovação

Os erros mais comuns que impedem empresas elegíveis de obter benefícios fiscais para inovação 

Empresas que investem em pesquisa, desenvolvimento e inovação frequentemente deixam de acessar benefícios fiscais disponíveis devido a falhas internas que comprometem a comprovação das atividades de P&D. Os erros mais comuns incluem a ausência de critérios claros para identificar projetos inovadores, documentação técnica insuficiente, controles financeiros que não vinculam despesas aos projetos, falta de integração entre áreas técnicas e fiscais, interpretações limitadas das exigências legais e governança pouco estruturada. Ao aprimorar processos, padronizar registros e fortalecer a coordenação interna, a organização aumenta sua capacidade de utilizar os incentivos com segurança e maximizar o retorno dos investimentos em inovação.

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tecnologias da transição energética

A corrida global pela liderança em tecnologias da transição energética: o que os dados de patentes revelam 

Os dados de patentes globais de energia mostram que a liderança tecnológica na transição energética está concentrada em poucos países, com destaque para a China, que soma mais de 5 milhões de registros entre 2000 e 2024, seguida por Estados Unidos e Japão. A evolução histórica indica mudanças relevantes, como a China assumindo a liderança a partir de 2008, e aponta que o avanço tecnológico está fortemente ligado a capacidade de P&D, escala industrial e políticas consistentes de inovação. O Brasil surge como contraponto, com participação menor no total mundial e queda contínua de registros após o pico de 2010–2011, embora mantenha alinhamento setorial às tendências globais.

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setores que mais subestimam seu potencial de inovação

Setores que mais subestimam seu potencial de inovação e por que eles costumam ser elegíveis a incentivos fiscais 

Setores tradicionais, como indústria, agronegócio, construção, logística e serviços, inovam continuamente sem reconhecer o valor técnico de suas atividades e, por isso, deixam de acessar incentivos fiscais relevantes. Dados do MCTI mostram que mais de 3.700 empresas utilizaram a Lei do Bem na última década, investindo mais de R$ 220 bilhões em P&D, embora menos de 1% das empresas elegíveis aproveitem o benefício. Ao identificar projetos de inovação incremental, organizar evidências técnicas e estruturar a governança adequada, essas organizações podem transformar esforços já existentes em retorno financeiro e maior competitividade.

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patentes de energia limpa

Por que as patentes de energia limpa se tornaram o principal termômetro da inovação na transição energética global 

As patentes de energia limpa são amplamente utilizadas para medir a inovação na transição energética porque refletem investimento em pesquisa e desenvolvimento, capacidade tecnológica e prioridade estratégica de países e empresas. Desde 2000, o volume global de registros cresceu de forma consistente, com forte concentração em poucos líderes, como China, Estados Unidos e Japão, enquanto o Brasil aparece com participação menor, apesar de alinhado às principais tendências tecnológicas. A análise de patentes permite acompanhar a evolução das tecnologias habilitadoras, identificar setores mais dinâmicos e compreender como a inovação molda a competitividade na agenda global de descarbonização.

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Gestão da inovação

Gestão da inovação: como a maturidade do processo impacta diretamente a competitividade (e o caixa) da empresa 

A maturidade em gestão da inovação determina a capacidade da empresa de transformar iniciativas dispersas em um processo contínuo que fortalece a competitividade e melhora o desempenho financeiro. Quando há governança, portfólio estruturado, métricas claras e integração entre áreas, a organização responde mais rápido às mudanças do mercado, reduz custos operacionais, prioriza projetos com maior potencial de retorno e acessa incentivos e linhas de fomento de forma mais eficiente. Essa combinação aumenta a previsibilidade dos resultados, evita desperdício de recursos e amplia a geração de caixa a partir dos investimentos em inovação.

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Estruturação de inovação

Estruturação de inovação: como estruturar a área em empresas de médio e grande porte: modelos, processos e boas práticas 

Para estruturar a área de inovação em empresas de médio e grande porte, o ponto de partida é definir uma tese com arenas prioritárias, escolher um modelo organizacional coerente com a maturidade, centralizado, distribuído, hub-and-spoke, lab, venture building e complementar com inovação aberta, e implantar processos repetíveis de intake, discovery, piloto e escala, apoiados por governança de portfólio, orçamento por horizontes, papéis claros e indicadores que combinem velocidade, qualidade do funil e impacto. No contexto brasileiro, dados da PINTEC reforçam a relevância do tema ao indicar alta taxa de inovação e investimentos expressivos em P&D, o que aumenta a exigência por gestão disciplinada para transformar investimento em resultados.

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DIRBI

O que é DIRBI e por que ela impacta diretamente a gestão tributária das empresas

A DIRBI é a Declaração de Incentivos, Renúncias, Benefícios e Imunidades de Natureza Tributária, criada pela Receita Federal para consolidar informações sobre benefícios fiscais federais utilizados pelas empresas. A obrigação surgiu a partir da MP 1.227/2024, foi regulamentada pela Instrução Normativa RFB 2.198/2024 e passou a exigir que pessoas jurídicas, com exceção das optantes do Simples Nacional, informem periodicamente quais incentivos utilizam e os respectivos valores. O objetivo é ampliar a transparência e permitir maior controle sobre renúncias fiscais, o que impacta diretamente a gestão tributária ao exigir mapeamento de benefícios, organização de dados e conciliação com outras obrigações acessórias. Empresas de todos os portes precisam ajustar processos, calendários e rotinas fiscais, já que erros, omissões ou atrasos na DIRBI podem gerar multas e aumentar o risco de questionamentos pela fiscalização.

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maturidade em inovação empresarial

Maturidade em inovação empresarial: 5 sinais de que sua empresa está pronta para captar incentivos à inovação e ainda não percebeu 

Muitas empresas já possuem maturidade em inovação empresarial suficiente para acessar incentivos à inovação, mas ainda não identificaram esse potencial dentro de suas operações. Investimentos recorrentes em desenvolvimento, equipes dedicadas, documentação estruturada, liderança engajada e processos de compliance formam um conjunto de sinais que indicam prontidão para transformar projetos de P&D em benefícios fiscais. Reconhecer esses elementos permite que a organização converta esforços inovadores em economia tributária e melhor aproveitamento dos recursos já aplicados.

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