A análise do ROI da Lei do Bem começa pela identificação das despesas de PD&I elegíveis, avança pela simulação da economia de IRPJ e CSLL e se completa quando a empresa compara esse ganho com os custos de implantação e manutenção do programa, incluindo horas internas, sistemas e consultorias. Com dados históricos, cenários conservadores e governança integrada entre P&D, fiscal, contábil e jurídico, torna-se possível prever a economia tributária anual com maior segurança, calcular payback e demonstrar ao comitê executivo que a Lei do Bem pode gerar retorno relevante tanto sobre o investimento em P&D quanto sobre o próprio projeto de utilização do incentivo fiscal.
O papel do gestor de inovação na captação dos benefícios da Lei do Bem
O gestor de inovação costuma ser o ponto de conexão entre áreas técnicas, finanças e tributos para transformar projetos de P&D em benefícios fiscais previstos na Lei do Bem. Na prática, isso exige governança, definição do que entra como dispêndio elegível, rastreabilidade de evidências e um processo de prestação de informações alinhado às orientações do MCTI, reduzindo retrabalho e risco de glosas. O tema ganha escala quando se observa que, em 2023, milhares de empresas declararam utilização do incentivo e os números divulgados pelo governo e por análises setoriais reforçam o peso econômico do mecanismo.
Como transformar atividades em projetos de inovação elegíveis: o que as empresas mais inovadoras fazem diferente
Empresas que desejam ampliar seu portfólio de projetos de inovação podem começar identificando atividades rotineiras que envolvem pesquisa, experimentação, ajustes técnicos e desenvolvimento de soluções. Quando essas iniciativas ganham forma de projeto, com objetivos claros, documentação estruturada e registro de testes, tornam-se elegíveis como inovação e fortalecem tanto a competitividade quanto a possibilidade de acessar incentivos. Organizações mais inovadoras adotam processos internos para mapear oportunidades, registrar aprendizados e conectar áreas técnicas, financeira e de inovação, o que permite transformar esforços contínuos em resultados concretos e mensuráveis.
Os erros mais comuns que impedem empresas elegíveis de obter benefícios fiscais para inovação
Empresas que investem em pesquisa, desenvolvimento e inovação frequentemente deixam de acessar benefícios fiscais disponíveis devido a falhas internas que comprometem a comprovação das atividades de P&D. Os erros mais comuns incluem a ausência de critérios claros para identificar projetos inovadores, documentação técnica insuficiente, controles financeiros que não vinculam despesas aos projetos, falta de integração entre áreas técnicas e fiscais, interpretações limitadas das exigências legais e governança pouco estruturada. Ao aprimorar processos, padronizar registros e fortalecer a coordenação interna, a organização aumenta sua capacidade de utilizar os incentivos com segurança e maximizar o retorno dos investimentos em inovação.
Lei do Bem mobilizou R$296 bi: o caminho para mais inovação no Brasil
A Lei do Bem completa 20 anos com um balanço expressivo: cerca de R$ 296 bilhões mobilizados em projetos de inovação e tecnologia no Brasil, com forte crescimento nos últimos anos, tanto em volume investido quanto em número de empresas e projetos beneficiados. O incentivo apresenta alto efeito multiplicador, em que cada real de renúncia fiscal alavanca múltiplos reais em investimentos privados em PD&I, apoiando o desenvolvimento de milhares de produtos, serviços e processos inovadores. Mais do que explicar o mecanismo, o momento pede que as empresas utilizem esses dados para reposicionar suas estratégias de inovação, integrar o benefício ao planejamento tributário e explorar de forma mais intensa o potencial da Lei do Bem como motor de competitividade e transformação tecnológica.
Lei do Bem: MCTI e Embrapii criam fast tracks para acelerar investimentos em inovação
A nova parceria entre MCTI e Embrapii estabelece fast tracks que reduzem etapas e agilizam o reconhecimento técnico de projetos de inovação enquadrados na Lei do Bem. Com esse alinhamento, empresas passam a contar com um processo mais simples, previsível e integrado ao ecossistema de PD&I, fortalecendo o planejamento de investimentos e ampliando o potencial de uso dos incentivos fiscais.
Lei do Bem 20 anos: como o principal incentivo fiscal à inovação transformou as empresas brasileiras
A Lei do Bem completa 20 anos como o principal incentivo fiscal à inovação no Brasil, impulsionando o investimento privado em pesquisa, desenvolvimento e inovação, o crescimento das empresas e a contratação de profissionais altamente qualificados. Ao longo dessas duas décadas, o benefício estimulou a criação de produtos e serviços, ampliou a base tecnológica nacional e fortaleceu a aproximação entre academia e setor produtivo. Os dados apontam relações consistentes entre a adoção da Lei, o aumento de receitas, o crescimento dos investimentos em PD&I e a formação de times especializados, evidenciando seu papel na competitividade e no desenvolvimento econômico. Baixe o estudo completo para acessar todos os gráficos e análises.
Como a Reforma Tributária redesenha as operações e a cadeia de suprimentos das empresas
A Reforma Tributária redesenha operações e cadeias de suprimentos ao introduzir a tributação no destino, ampliar o crédito financeiro e reduzir distorções entre setores e estados. Esses movimentos afetam a localização de centros de distribuição, a relação com fornecedores, a formação de preços e a estrutura logística, ao mesmo tempo em que exigem revisão de contratos, atualização de sistemas e maior integração entre áreas fiscais, operacionais e tecnológicas. Para se adaptar, as empresas precisam mapear sua cadeia, simular cenários logísticos e reorganizar processos internos para atuar com mais eficiência durante a transição e no novo modelo tributário.
Lei do Bem no Agro: O que é, como funciona e quem pode utilizar o incentivo
A Lei do Bem é um incentivo fiscal que permite a empresas do agronegócio deduzirem gastos com pesquisa, desenvolvimento e inovação do IRPJ e da CSLL, reduzindo custos e ampliando investimentos tecnológicos. Com um setor que cresce acima da média nacional e adota cada vez mais automação, biotecnologia e soluções digitais, o benefício se torna uma ferramenta estratégica para apoiar projetos de agricultura de precisão, novas cultivares, máquinas inteligentes e processos industriais mais eficientes.
Lei do Bem para Hardwares: como aproveitar para desenvolver novos produtos
A captação de recursos via Lei do Bem pode ser mais eficiente quando a empresa organiza seus projetos de P&vD, mantém registros consistentes, integra áreas técnicas e fiscais e adota critérios claros de elegibilidade. Com processos bem estruturados, é possível ampliar o aproveitamento dos incentivos fiscais e fortalecer a estratégia de inovação.















